quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

As Manhãs São Mais Produtivas Que As Tardes

Pensou em agendar uma reunião importante na segunda-feira pela manhã ou na tarde de sexta-feira? Esqueça. Um estudo feito pela Randstad na Espanha – mas me parece que os resultados aqui seriam semelhantes - mostra que esses são os horários menos produtivos da semana.

O resultado do levantamento indica que a produtividade semanal é marcada por uma curva ascendente do começo da semana até a manhã de quarta-feira e outra descendente de quinta até domingo à tarde. Em uma pontuação de 1 a 10, a produtividade no trabalho alcança 7,6 pontos nas quartas-feiras pela manhã e diminui para 7,4 pontos na parte da tarde.

Na quinta de manhã a produtividade volta a subir para 7,6 e cai para 7,2 no período vespertino. Os índices mais baixos se concentram nas segundas-feiras - 6,1 pontos pela manhã e 6,2 pontos à tarde – e na sexta-feira à tarde: 6,1. De forma geral, as manhãs são mais produtivas que as tardes.

O levantamento também mostrou a produtividade em relação à idade dos trabalhadores. Os jovens entre 16 e 25 anos começam a semana com uma produtividade de 5,9 pontos – mais baixa do que a média geral (6,1), reflexo das consequências do fim de semana, segundo a pesquisa.

O grupo entre 25 e 30 anos se mantém dentro da média global, mas sua produtividade é maior do que a maioria nas quartas e quintas-feiras pela manhã – 7,7 pontos (contra 7,6 do geral).

Os mais produtivos pela manhã são aqueles que têm entre 30 e 45 anos, com uma pontuação de 7,9. Na sexta-feira à tarde, em compensação, esse grupo é o menos produtivo: 5,8 pontos.

O estudo oferece ainda uma série de recomendações para aumentar a produtividade da equipe. Entre elas fazer reuniões importantes pelas manhãs – menos nas segundas-feiras – e deixar as tarefas mais mecânicas, que exigem menos concentração, para o período da tarde.



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domingo, 29 de novembro de 2009

A Sabedoria do Desapego

Vários autores, como Jack Welch  ou Ricardo Semler, já comentaram sobre a importância de ter coragem de revolucionar, de virar a própria mesa, de despir-se das verdades até então assumidas para poder sair de uma crise ou de um problema.

Na essência, esses textos tratam de conseguir enxergar o cenário, jogar o velho armamento fora, desafiar-se a esquecer as antigas práticas e começar do zero.

Desapego é libertar-se de uma rota antiga, porque as condições mudaram, porque novo caminho foi criado, melhor ou mais rápido. Porque novas tecnologias mudaram o modo de locomoção. Quando todas as condições mudaram, continuar seguindo um velho mapa só pode levar ao fracasso.

Imaginem uma empresa que, por ter um parque instalado de máquinas de escrever, tivesse se mantido firme na decisão de não aderir aos computadores, simplesmente porque o investimento já havia sido feito e a empresa cresceu e prosperou com esse modo de processamento?

Essa pergunta nos dias de hoje obviamente é ridícula, mas quantas empresas não perderam a trajetória da história por decisões tomadas sem o desapego necessário?

Parece óbvio quando observamos condições alheias ao nosso envolvimento, entretanto, desapegar-se dos acertos anteriores e começar tudo novamente é muito mais difícil do que parece. Quanto maior o acerto vivido, maior a dificuldade de mudar.

Quantas vezes não vimos ou mesmo vivemos disputas ferozes que nos conduziram a falsas vitórias, porque jogamos o jogo errado. Esquecemos o objetivo - atender as necessidades do cliente ou dos funcionários ou dos acionistas – e iniciamos, mesmo que inconscientemente, uma batalha pelo apego às ideias que realmente um dia foram valiosas?

O que nos distancia da verdade, não são as mentiras, mas as nossas convicções.

Quantas vezes acreditamos ser mais fácil fazer ajustes e adaptações aos processos atuais, reclamar da falta de entendimento do outro, dar respostas simples e rápidas aos grandes problemas ao invés de identificar realmente o quadro todo e perseguir objetivos reais, significativos e vitais?

Quantas vezes fomos cruéis em criticar o novo ou o diferente e corremos na defesa de paradigmas conhecidos ao invés de parar para verificar a viabilidade de um novo ângulo de visão?

Cuidado! O sucesso passado costuma ser o maior inimigo do sucesso futuro.

Há um texto sobre a Sabedoria do Desapego, onde Krishna comenta que tanto é bom agir como é bom abster-se, porque aquele que nada deseja e nada recusa, inatingido pelos opostos, não é afetado nem por esperança nem por medo e assim chega à meta.

Sábio é aquele que pela força da verdade renuncia a si mesmo, fica a serviço de todos e realiza todas as ações sem ser escravizado por nenhuma delas.

Somente somos capazes de grandes feitos quando, iluminados pela determinação, superamos nosso ego e conseguimos distinguir o momento de sacrificar conceitos do momento em que vale manter o modelo anterior porque ainda é mesmo melhor.

Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas aquela que melhor corresponde às mudanças.
(Charles Darwin)

Sandra Boteguim  é Diretora Gerente Sênior da área de Produtos Pessoa Jurídica do Banco Itaú, área que também é responsável pelos especialistas e consultores dedicados ao Projeto Extreme Makeover Tecnológico e Financeiro 4.


Fonte: www.papodeempreendedor.com.br

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domingo, 22 de novembro de 2009

Peter Drucker e o Marketing de Rede?

“Um bom líder faz com que homens comuns façam coisas extraordinárias” Peter Drucker afirmava que a empresa que conseguir vender o produto/serviço certo, para o cliente certo, com a distribuição adequada, por um preço adequado e no momento oportuno, verá seus esforços de venda reduzirem-se a quase zero, ou seja, a venda tornar-se-a automática em função de a demanda ter sido corretamente equacionada e trabalhada.

Será que Peter Drucker chegou a pensar em Marketing de Rede quando pronunciou essa frase?

Talvez não, mas o que realmente importa é que com essa frase temos mais uma "prova" ou testemunho ainda que "indireto" de que o nosso modelo de negócio não só eficaz, mas  também é uma excelente maneira de uma empresa levar seus produtos ou serviçoes aos seus consumidores além de ajudar na formação de lideres e empreendedores e com isso não vencemos debates ou calamos céticos, mas ampliamos ainda mais um mercado por vezes discriminado de forma injusta (e algumas outras vezes nem tanto).

E também nos faz pensar, não seria melhor eu ajudar com uma melhora ou uma evolução a está indústria?! Ou ficarei eternamente tentando desmerece-la de seus créditos?!

Será que você já sabe o suficiente para julgar que essa não é uma boa oportunidade?! Veja uma entrevista com um P.H.D. em Marketing da Universidade de Harvard Dr. Charles King entrevistado por Tim Sales (Consultor de Vendas Diretas)





Samuel Ribeiro
Consultor Independente

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domingo, 15 de novembro de 2009

10 Dicas de Liderança Comportamental - A Liderança de Resultado

1- Assuma o controle da sua vida – lidere a si próprio!

Uma das origens da liderança comportamental é ser responsável pelas suas escolhas. Quanto mais assumo a responsabilidade, mais tenho poder de resolução!

2- Saiba as razões pelas quais está disposto a superar os desafios – (automotivação)!

Muitas pessoas passam a vida sem se dar conta do que efetivamente as movimenta, o que as estimula, o que as motiva. Saber por quais razões você se levanta pela manhã contribui para o seu senso de bem-estar e propósito de vida. É o seu combustível na direção do que deseja.

3- Tenha um objetivo definido (sonhos, objetivos e metas)!

Ter um alvo, algo no que manter o foco. Para quem não sabe para aonde está indo, qualquer estrada serve. Foco é força, distração destrói.

4- Faça as suas escolhas: tome suas decisões! Mantenha o Foco!

A palavra decidir, em latim, significa: ruptura. Seguir um caminho e romper com o outro. Quem mantém um pé em cada canoa, acaba caindo dos dois barcos. Tome sua decisão e faça a sua jornada.

5- Desenvolva o Planejamento estratégico!

Quem planeja a jornada poderá ter êxito. Quem não planeja a jornada provavelmente não chegará no lugar desejado ou demorará muito mais tempo.

6- Coloque em prática: planejamento – ação – avaliação – correção – resultado desejado (Inteligência comportamental)!

Ser capaz de realizar aquilo que você deseja. Isso é inteligência do Sucesso.

7- Estabeleça padrões emocionais poderosos e saudáveis: desenvolva emoções construtivas!

Usar emoções e crenças fortalecedoras permite a você ter disponível seus melhores estados de excelência comportamental. Emoções positivas fortalecem sua saúde e aumentam o seu bem-estar.

8- Pratique a Atitude Mental Positiva. Acredite e poderá ter sucesso. Duvide e, com certeza, fracassará!

“Se você pensa que você pode ou se você pensa que você não pode, não importa. De qualquer forma estará certo.” H. Ford.

Creia e realize. Duvide e fracassará.

9-Utilize sua Energia Vital. Respire profundamente. Renove a vida e as esperanças, estimule sua mente e seu coração. Perceba o universo de possibilidades.

10- O segredo dos “4 C's”:Creia – Construa - Compartilhe – Concretize!

“OUSE FAZER DE SUA VIDA UMA VIDA EXTRAORDINÁRIA!”

Autor: Dr. Jô Furlan:  Jô Furlan, autor e precursor da Inteligência Comportamental Humana - “Inteligência do Sucesso”, 1º Treinador Comportamental do Brasil, Médico, Conferencista internacional, Especialista em Comportamento Humano, Autor do Programa de Desenvolvimento de Liderança Comportamental (PDLC), Professor Convidado do Curso de Especialização em Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Escola Paulista de Medicina). Site: www.drjofurlan.com.br | Telefone de contato: (11) 5041-3636 ou (11) 5041-6471

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Por Que Apostar no Desenvolvimento de Pessoas?

Há algum tempo, assisti a um workshop no qual o palestrante trouxe uma reflexão interessante e bem humorada sobre o desenvolvimento de pessoas: ele disse que quanto mais os líderes desenvolvem as pessoas, menos trabalham.

Era uma brincadeira, mas me fez refletir, pois tem um fundo de verdade. Acredito que quanto mais as lideranças investem no desenvolvimento de suas equipes, mais resultados terão em seus negócios e mais tempo terão para as suas funções.

Além do que motivarão as pessoas e criarão um ambiente agradável para se trabalhar.

Outro ponto que precisamos considerar é que o desenvolvimento vai muito além do treinamento, envolve também o feedback, o coaching, a delegação consciente,  enfim, preparar as pessoas para novos desafios.

Pare para pensar: quanto tempo você tem investido no desenvolvimento de sua equipe?  Você considera desenvolvimento um investimento ou perda de tempo? Pensa que tem “outras coisas importantes” para fazer e isso pode ser feito depois?

Caso você tenha respondido sim a pelo menos uma destas perguntas, reveja seus pontos de vista e você poderá ter boas conclusões.

Poucas vezes percebemos, mas desenvolver pessoas também nos desenvolve como líderes: cada vez que conversamos com uma pessoa sobre seus pontos fortes e a desenvolver, quando estamos delegando uma tarefa, quando fazemos um coaching, precisamos nos preparar e isso nos desenvolve técnica e emocionalmente.

Um mito de desenvolvimento é que sempre precisa ser um treinamento em sala de aula e que na maioria das vezes, envolve gastos financeiros. Não é verdade. É claro que treinar pessoas é muito importante, mas existe uma série de eventos gratuitos e palestras que podem ser aproveitados.

A leitura de livros, o compartilhamento da informação lida entre as pessoas, análises da aplicabilidade dos conteúdos no dia a dia, reuniões para discutir melhores práticas, feedback entre pares, etc , são formas de desenvolvimento. Basta começar.

Com certeza, o exercício dessas práticas pode trazer resultados bem positivos para os negócios de suas empresas. São rotinas simples que certamente resultarão em grandes benefícios para todos. Pense nisso!


Fonte: Papo de Empreendedor
Este post foi escrito por Suze Elaine Petiniunas, formada em Administração de Empresas, Gerente de Diretrizes de Cultura Organizacional do Banco Itaú e integrante da equipe de apoio ao Projeto Extreme Makeover Tecnológio e Financeiro 4, para o blog do Extreme Makeover

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domingo, 1 de novembro de 2009

ABEVD Fala sobre Marketing Multinível

As vendas diretas estão em evidência. No primeiro semestre de 2009, cresceram 18,3% em relação ao mesmo período do ano passado, o equivalente a R$ 9,586 bilhões. Foi o que revelou a Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD).




Descontada a inflação do período, o crescimento real obtido foi da ordem de 12,8%, o que aponta para o vigor que o setor mantém, mesmo no período da crise.

Com esses números, não é à toa que o Brasil venha se destacando como um dos mercados mais potentes, incentivando empresas nacionais de outros segmentos a investirem em operações de vendas diretas e despertando o interesse de companhias estrangeiras.

A Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas (WFDSA) divulgou, no ano passado, relatório que posicionava o país como o terceiro maior mercado do mundo, na frente da Alemanha e da Coreia e atrás de gigantes como Estados Unidos e Japão.

São mais de dois milhões de revendedores, que juntos movimentaram o equivalente a R$ 18 bilhões em 2008. Nos últimos tempos, a ABEVD teve uma expansão significativa no número de empresas associadas, com atuação em diversos setores e variados modelos de negócios.

Entre eles, o modelo multinível, também conhecido como marketing de rede, que ganha cada vez mais adeptos. O conceito baseia-se em um modelo de vendas que permite ao revendedor ganhar pela revenda de produtos e ao mesmo tempo desenvolver as organizações comerciais, amplificando ainda mais os ganhos dos revendedores. Em outras palavras, o revendedor torna-se um multiplicador, um líder corresponsável pelo desenvolvimento de sua rede. E tudo isso com um investimento estritamente baixo.

Com esse fator motivacional, que impulsiona o revendedor a recrutar novos profissionais e a treiná-los em troca de participação de lucros, ele se torna um verdadeiro empreendedor. Quanto mais trabalho, maior o ganho.

Em vista desse ganho, é cada vez maior o número de pessoas que percebem a oportunidade de renda complementar ou até mesmo passam a se dedicar integralmente às vendas diretas, inclusive trocando carreiras tradicionais.

Para as empresas que chegam, é importante dar foco especial ao treinamento de multiplicadores que, posteriormente, treinarão os demais membros da rede e assim sucessivamente. Quando você expõe sua marca por meio de uma rede de revendedores autônomos, afinal, há de se zelar pela apresentação correta do produto ou serviço e pela forma como a informação será passada, lá na ponta, para o consumidor final.


Fonte: Abevd

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domingo, 25 de outubro de 2009

OS PRIMEIROS PASSOS SÃO SEMPRE OS MAIS DIFÍCEIS

"Claro que é preciso muito trabalho árduo e, na maioria dos casos, anos de esforço persistente para construir uma linha descendente tão grande e auto- sustentável. Muitos tentam e fracassam. Mas você não precisa de uma vasta linha descendente para começar a desfrutar de algumas vantagens essenciais do Marketing de Rede.

Uma linha descendente de qualquer tamanho, não importa quão pequena ou pouco lucrativa, já deposita um poder excepcional em suas mãos. Proporciona a pessoas comuns (...) uma capacidade extraordinária de obter resultados maciços através de uma ação mínima." (Richard Poe)

Em Marketing de Rede, fala-se muito em renda residual, mas as pessoas não percebem um outro conceito: o trabalho residual. Se pararmos para pensar um pouco, veremos que a renda residual nada mais é que o resultado do trabalho residual, que nós conseguimos produzir na rede.

Não parece uma conclusão muito difícil de se chegar e nem significaria mudanças por si só, mas o fato é que vendo as coisas desta maneira podemos compreender melhor o fantástico “efeito borboleta”* — como diria Richard Poe — que faz a uma rede explodir de uma hora pra outra.

Isto também nos ajuda a compreender por que o início é tão difícil, tão demorado e perceber que a não compreensão deste detalhe é o fator predominante na desistência da maioria dos distribuidores.

De fato, quando estamos no início deste negócio, as dificuldades são as maiores possíveis e cada conquista deve ser comemorada com todo o entusiasmo (antes que me interpretem mal, não quero dizer que o negócio é muito difícil, e sim que ele é muito mais difícil no início do que após um ou dois anos de trabalho consistente).

Se você acabou de entrar, não quero que desanime. Muito pelo contrário. Quero que você perceba o grande segredo deste negócio e compreenda porque é tão importante vencer as dificuldades iniciais.

No início, apesar de todo o apoio da linha ascendente e todos os esforços da empresa para melhorar os serviços, você irá crescer única e exclusivamente a partir do seu trabalho individual de patrocínio e vendas.

Se você adoecer, se tiver atravessando uma fase difícil no trabalho ou se estiver no período de provas da faculdade, o seu negócio estará praticamente parado. Enquanto está sozinho, tudo o que você faz representa 100% do trabalho e 100% dos resultados gerados pelo seu negócio, ou seja, nesta fase você é absolutamente indispensável.

Agora pense no que pode acontecer quando você tiver um grupo de 100 pessoas. Imagine que você teve um pequeno problema com o carro e irá perder o dia contatando reboque, seguro e conserto.

Enquanto você está na oficina mecânica, quantas pessoas do seu grupo estarão telefonando para contatar novos distribuidores? Quantos estarão consumindo ou vendendo produtos da empresa? Quantos estarão lendo livros e escutando fitas? Quantos estarão tirando dúvidas com a linha ascendente?

Com 100 pessoas, você certamente ainda fará muita falta para o grupo, mas o seu trabalho individual já não representa 100% do trabalho necessário para fazer o seu negócio andar. Isto é trabalho residual.

Na medida em que o negócio cresce, sua participação individual representa menor peso para o sucesso da sua organização. Isto lhe traz maior segurança e liberdade.

Por tudo isto, você deve compreender a necessidade de aproveitar ao máximo o seu tempo de trabalho no início. Quanto mais rápido você vencer os primeiros degraus do negócio, mais rápido você começa a usufruir das facilidades do trabalho residual.

Um dia, quando a sua rede estiver bem desenvolvida, você terá segurança.

Por SERGIO BUAIZ é autor do best-seller "Multiplicando Bem-Estar" e de outros dois livros! É conselheiro da Revista VENCER! Participou ativamente da criação do Comitê de Multinível da ABEVD - Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas! Há 15 anos atua como consultor e treinador das melhores equipes de Marketing Multinível do País! É citado como referência por grandes executivos, Diamantes e Presidentes! Tem centenas de artigos publicados no Brasil, Portugal, Argentina, Japão e Estados Unidos, incluindo a conceituada revista Direct Selling News, considerada a melhor do mundo em vendas diretas!

Fonte: Multinivel Explosivo

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sábado, 24 de outubro de 2009

Liberte-se!!!

Olá amigos e leitores!!

Hoje trago um vídeo que já me emocionou algumas vezes, espero que auxilie a vocês tanto quanto já o fez por mim, dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras, portanto serei breve...

AJA, ACREDITE, PERSISTA, CONQUISTE E....

LIBERTE-SE!!!!!!!





Samuel Ribeiro
Consultor Independente

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