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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Cuide bem do seu colaborador


Um colaborador insatisfeito pode prejudicar a equipe e, por consequência, os resultados de uma empresa. Em um post recente no blog The Happiness Project, a escritora americana Gretchen Rubin, especialista em levantar o moral dos que andam de mal com a vida corporativa, listou sete iniciativas que podem ajudar empresários do mundo todo a arrancar sorrisos e, principalmente, melhorar o desempenho de seus funcionários. E, acredite, nenhuma delas está relacionada a aumento de salário. Confira:
1- Autonomia no escritório
Quando possível, é importante dar ao colaborador a oportunidade de estar no comando. Estimular metas pessoais, sem gerar competição entre colegas, por exemplo, pode potencializar o crescimento da equipe. Permitir que os funcionários personalizem seus ambientes de trabalho com objetos e cores de sua preferência também pode ajudar.
2- Flexibilidade de horários
Os empregadores devem considerar a possibilidade de uma escala de trabalho, na qual os horários sejam flexíveis o suficiente para que os colaboradores não gastem tempo demais se deslocando do trabalho para casa e vice-versa, evitando horários de pico no trânsito e transporte público. Muitos apreciam chefes que consideram o equilíbrio entre vida profissional e familiar.
3- Menos reunião e mais trabalho
Muitos empregadores gastam tempo demais com reuniões pouco eficazes, que tomam o tempo de trabalho do colaborador e não melhoram seu desempenho. A dica é marcar reuniões quando realmente for necessário.
4- Relacionamento
O empregador deve incentivar as relações sociais. Uma maneira eficiente é organizar o local de trabalho de forma que as pessoas possam interagir. Comemorar aniversários e fornecer uma área confortável para alimentação, além de promover atividades e encontros fora do horário de expediente também ajudam.
5- Saúde
Rubin afirma que as empresas gastam muito com tratamentos para doenças relacionadas ao estresse, tais como hipertensão, problemas gastrintestinais e abuso de substâncias. Para amenizar o problema, é interessante promover competições para perda de peso, além de fornecer refeições balanceadas e dar descontos em academia.
6- Crescimento
Os empregadores podem criar uma atmosfera de crescimento por meio da formação ou delegando tarefas que representem novos desafios. Funcionários entediados perdem a motivação e a oportunidade de expandir as suas competências e responsabilidades.
7- Quebre a rotina
Organize pequenos eventos na empresa. Pode ser um café da manhã, por exemplo. Distribuir vale-presentes, sortear brindes ou promover competições pode demonstrar o apreço do chefe por seus colaboradores.

terça-feira, 17 de julho de 2012

O Pato, o Cisne e o Empreendedorismo Internacional


Contos de fadas são histórias arquetípicas. Seus enredos se reproduzem o tempo todo, com diferentes personagens, formatos e detalhes. Mas, na essência, são as mesmas estruturas. Duas famosas narrativas do gênero caem como uma luva para a situação brasileira perante o mundo hoje. São as conhecidas fábulas do Patinho Feio, popularizada pelo dinamarquês Hans Christian Andersen, e do Cisne Negro, que faz parte do folclore chinês.

O Brasil nunca fez uma figura tão bela aos olhos internacionais quanto hoje. Tal qual o personagem de Andersen que desde o nascimento penou com descaso, bullying e até o frio do inverno e, já adulto, percebeu-se um dos mais vistosos cisnes do lago, o país vive seu momento de descoberta. Notícias boas vêm de todas as frentes. Em abril, numa das mais recentes, o restaurante D.O.M., de Alex Atala, consagrou-se como o sétimo melhor do mundo na eleição do celebrado ranking da revista inglesa The Restaurant. É um feito. Entre os 100 melhores, figuram ainda o Fasano, de Rogério Fasano, e o Maní, que tem a cozinha capitaneada por Daniel Redondo e Helena Rizzo.

Os brasileiros ainda se surpreendem com casos de reconhecimento como o dos nossos restaurantes. É que ainda estamos nos descobrindo cisnes. Já ouvi muita gente falar que o país está na moda. Não é assim. Moda implica em algo passageiro, efêmero, de estação. O Brasil, na verdade, tornou-se protagonista da própria história. Começa agora a colher os frutos dessa mudança de imagem, mas que ainda está em processo.
Estive em abril na Bélgica a convite da Delegação da Comissão Europeia no Brasil. Nas visitas ao parlamento e em conversas com representantes de organismos da UE os discursos exaltam justamente essa transformação. Não por acaso, em maio do ano passado as duas partes retomaram as negociações para o mais ambicioso acordo de comércio e cooperação política mundial. Entre as metas está a de criar uma zona de comércio livre – ou seja, sem barreiras tarifárias e não-tarifárias - entre União Européia e o Mercosul, que deverá movimentar mais de 200 bilhões de euros anualmente. Seria um mercado integrado de 750 milhões de pessoas.
Ninguém esconde que a volta às conversações se deve, em boa parte, ao momento econômico pelo qual passa o Brasil. Luiz Yáñez-Barnuevo García, eurodeputado presidente da Delegação para as Relações com os Países do Mercosul, reconheceu durante uma conversa com jornalistas brasileiros que, se no passado havia certo desequilíbrio de forças entre os dois lados, hoje os blocos se encontram em posição de igualdade.
Para quem ainda acha que a percepção do sucesso brasileiro não se sustenta, os números das relações bilaterais podem dar uma dimensão de que, sim, estamos de igual para igual. O Brasil investiu mais na UE nos anos de 2007 e 2008 que os europeus no Brasil. E em 2009, de acordo com a DG Trade, a Comissão de Comércio Europeia, o bloco nos passou por pouco: aplicou 7,6 bilhões de euros aqui contra 7,3 bilhões de euros provenientes do nosso lado.
Na atual situação de crise pela qual passa a comunidade europeia aliado a crescimento desigual do PIB entre os 27 integrantes (que variou de 6,1% na Noruega a –4,5%, na Grécia), muitos setores veem o Brasil e o Mercosul como uma grande ajuda, senão uma tábua e salvação para fugir de uma estagnação econômica que alarga fronteiras no continente.
Há problemas para firmar um acordo tão amplo. As principais resistências vêm dos agricultores franceses que expressam temor específico por uma suposta invasão da carne do Mercosul. Do lado sulista, a Argentina teme perda de competitividade com a entrada de veículos sem imposto de importação.
Políticas a parte, só o fato de um acordo como o citado estar sendo negociado com chances reais de sair do papel significa muito. E, mesmo que não aconteça, a porta europeia continuará aberta. Cada vez mais.
É aí que entra na nossa história a segunda lenda citada no início do texto. O Cisne Negro – não por acaso uma fábula chinesa – é uma ave majestosa, que se destaca entre as demais. Mas, para voar, precisa sair do lago, sacudir o excesso de água e tomar um forte impulso enquanto bate suas asas com vigor. Alcançar as alturas é consequência desse misto de ousadia e empenho. O cisne nasceu para voar. Mas para consegui-lo precisa ir à luta, esforçar-se e acreditar no seu potencial.
O D.O.M. de Alex Atala é um cisne negro. Assim como o Brasil pode ser perante a União Europeia. Existem grandes oportunidades à espera dos empreendedores nacionais. E não falo em exportações. Um acordo de livre comércio, é lógico, impulsionaria esse campo lá para a estratosfera. Mas há mais. A Europa é um mercado potencial para empresas que queiram levar sua marca para lá.
Exportar commodities é a demanda primária. Existem outras. As pequenas e médias empresas brasileiras de sucesso lapidaram suas qualidades em meio a crises, planos econômicos e inúmeros obstáculos, como falta de infraestrutura, carga elevada de impostos e falta de crédito. Esses diferenciais podem representar vantagem competitiva, como a própria economia brasileira demonstrou no caso da crise do subprime.
De acordo com a Comissão Europeia de Empreendedorismo e Indústria, os pequenos e médios representam 99% dos negócios do continente. O dado revela como o terreno europeu é fértil ao empreendedorismo. E não necessariamente apenas às iniciativas locais.
Setores mais organizados no Brasil, como o de franquias, já perceberam a chance real de internacionalização das marcas. E se preparam para abrir asas e alçar voo. A vice-presidente da Associação Brasileira de Franquias (ABF), Cristina Franco, afirmou à PEGN que ir para fora é o caminho natural das grandes redes brasileiras. A entidade fechou uma parceria com a agência de Promoção das Exportações (Apex Brasil) para auxiliar as empresas a exportar suas operações.
Durante minha passagem pela capital belga Bruxelas, que reúne grande parte das instituições da comunidade europeia, pude notar que muitos de nossos setores seriam competitivos naquele ambiente. Por exemplo, as marcas de fast food. Existe uma percepção que a cultura dos europeus é avessa à comida rápida. Mas isso tem mudado e representa uma oportunidade aos países com tradição na área. Produtos orgânicos são uma frente na qual também podemos competir. E a lista pode ir muito longe: alimentos funcionais, varejo – especialmente o popular - e calçados.
O ponto principal, na verdade, é que o Brasil não apenas pode negociar em condições de igualdade, mas também ser competitivo em áreas nas quais criatividade e inovação são diferenciais (pode confessar: é uma surpresa ou você já sabia que despontávamos no cenário da alta gastronomia internacional?). Basta que o cisne se enxergue como tal.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Está Desanimado Com Sua Carreira? Descubra Como Reverter a Situação


O impacto no desempenho é uma das primeiras consequências desse estado de desânimo prolongado


O desânimo pode ser considerado um mal no mundo corporativo atual, que privilegia o estado de alerta e de atividade constantes. Perder a disposição para trabalhar, no entanto, pode ser uma consequência desse cenário, para muitos, cansativo, mas que passa com um período de descanso. O problema é quando esse sentimento se mantém por um longo período. Quando isso acontece, talvez seja hora de reavaliar a carreira.

E foi isso que a publicitária Ana Cláudia Fernandes, 29, fez. Ela trabalhava em uma empresa de tecnologia, como analista de mercado, quando o estado de desânimo passou a ser permanente. "Eu não estava feliz", diz. E a primeira consequência disso foi nos resultados, que começaram a ficar abaixo do que a publicitária poderia alcançar.

O impacto no desempenho é uma das primeiras consequências desse estado de desânimo prolongado. Mas esse pode ser o menor dos problemas. "Essa desmotivação no trabalho pode afetar a vida pessoal, a qualidade de vida dessa pessoa", afirma a psicóloga e presidente da ISMA-BR (International Stress Management Association), Ana Maria Rossi. "A pessoa passa a não ter mais prazer na vida, pode passar a ter comportamentos que geram conflitos e até chegar a se valer de álcool e drogas", alerta.

Ana não chegou a esses extremos em sua vida pessoal, mas chegou ao extremo na vida profissional. Depois de alguns meses, ela trocou de emprego. "Eu não estava na empresa certa pra mim. Não me identificava com a cultura dela. E acho que quem não se identifica deve sair mesmo", acredita. Dessa vez, a publicitária acertou na escolha e trabalha em uma empresa cuja cultura condiz com o seu perfil profissional.

Sem forças para continuar

"Se há um desânimo, é porque tem algo errado", afirma a consultora da Career Center Claudia Monari. Para a consultora, são vários os motivos que podem levar os profissionais a um estado de desânimo profundo. "O clima pode não ser amistoso, ou existe muita pressão. Isso pode gerar desânimo", aponta a gerente de Recursos Humanos da Personal Service, Marcela Melissa.


A especialista ainda coloca na lista a própria frustração do profissional com a área na qual atua. "Muitas vezes, ele criou uma expectativa que não foi suprida", diz. Nessa hora, o melhor é se fazer perguntas pouco confortáveis. "Será que você está satisfeito e realizado? O profissional precisa se auto-perceber e tomar consciência da sua própria situação", considera Marcela.

Um desafio muito além ou muito aquém da capacidade do profissional também pode gerar descontentamento. "A pessoa pode estar pouco ou muito qualificada para executar esse trabalho", afirma Ana Maria, da ISMA-BR. "Nesse caso, há um desequilíbrio entre o que ela pode fazer e o que ela tem para fazer", considera. A psicóloga explica que casos como esses geram frustração.

Mas não é só isso. Recompensas financeiras desalinhadas com o trabalho executado pelo colaborador e a falta de reconhecimento pelo desafio superado também levam os profissionais a perderem suas forças. Tudo isso sem contar os problemas pessoais, que interferem – e muito – no desempenho de qualquer pessoa, principalmente entre aquelas que unem os dois campos da vida, o profissional e o pessoal.

Para além das próprias motivações, outro fator que pode desencandear a desmotivação é o líder. "O mais comum é quando há uma troca de gestão, porque há uma mudança na forma de trabalho", afirma Claudia. Marcela ressalta que o profissional precisa perceber se a liderança imediata o ajuda a se desenvolver. "Ele transforma você em um profissional com mais 'know how'?", questiona a gerente de RH.

Mude e melhore seu desempenho

Apesar de o líder ser um dos motivos que podem gerar desânimo, ele também é parte da solução do problema. "Ele precisa chamar a equipe para si e ficar atento aos sinais de desânimo", avalia Marcela, da Personal Service. Isso porque, um profissional desmotivado pode contaminar uma equipe inteira. "Dependendo da maturidade dessa equipe, ela traz esse profissional de volta ou começa a pensar como ele", afirma.


Por isso, quando constatados os motivos que levaram o colaborador a perder as forças, muitas vezes, uma conversa com a liderança pode melhorar o desempenho e reverter a situação. "Se for pelo fato do desafio ser grande demais, o líder pode ser um coaching. No caso contrário, ele pode mostrar para o profissional o que falta para ele conseguir alcançar esse desafio maior", explica Claudia, da Career Center.

Até chegar nessa etapa, porém, os questionamentos devem ser colocados sobre a mesa. Para as especialistas, são elas que tiram o colaborador da sua zona de conforto, podem resultar em respostas ainda mais desconfortáveis, mas são os únicos meios de fazer o profissional entender o que está acontecendo com ele e com sua carreira. E, com essas respostas, é possível chegar a uma solução e melhorar o desempenho profissional, como fez a publicitária Ana.

Antes de decidir mudar de empresa, ela fez uma autoánalise para constatar o que a incomodava. E descobriu que o seu descontentamento advinha de determinados fatores. "O clima não era confortável, as pessoas eram distantes, havia uma ausência de autonomia para atuar e não havia espaço para o meu crescimento profissional", explica.

Ela só chegou a essas conclusões porque fez um balanço de sua carreira e do seu perfil profissional. Fazer isso requer tempo e uma dose cavalar de autoconhecimento e sinceridade consigo mesmo. A tarefa não é simples, mas precisa ser feita se o profissional quiser sair desse estado de desânimo, na avaliação de Claudia, da Career Center. "A melhor coisa que ele tem de fazer para resolver esse problema é se conhecer bem e ter um objetivo de carreira definido, porque ainda que ele passe por obstáculos, ao menos ele sabe o caminho que ele está trilhando". 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Bexiga cheia? Pode ser a melhor hora para tomar grandes decisões



Imagem: Shutterstock
Imagem: Shutterstock
De manhã, após o almoço ou no final da tarde? Qual é a melhor hora para tomar uma importantedecisão? Pouco importa o momento do dia, mas sim o quanto de líquido você bebeu. É isso o que diz um estudo publicado pela Association for Psychological Science.
Em um experimento, pesquisadores holandeses fizeram alguns participantes beberem cinco xícaras de água, enquanto outros deram apenas uns golinhos do líquido. Depois de 40 minutos – tempo que leva para a bexiga ficar bem cheia -, os pesquisadores testaram o autocontrole dos participantes.
Eles foram estimulados a fazer oito escolhas – entre receber pequenas gratificações imediatas ou grandes recompensas, mas tardiamente. Um exemplo: em uma das propostas, eles tinham de escolher entre receber US$ 16 no dia seguinte ou US$ 30 em 35 dias. As pessoas com a bexiga cheia estavam mais tendenciosas a escolher as recompensas maiores e mais demoradas. “Parece que as pessoas tomam decisões melhores quando estão com a bexiga cheia”, diz o pesquisador Mirjam Tuk, da Universidade de Twente, na Holanda, responsável pelo estudo.
Psicologicamente, isso pode ser explicado porque a mente está se esforçando ao máximo para controlar uma função corpórea, fazendo com que fique mais fácil exercer o autocontrole em outras áreas. Pela hipótese de Tuk, como os sentimentos de inibição vêm todos da mesma área do cérebro, o autocontrole em uma área pode afetar o autocontrole em outras. “Pessoas com elevados níveis de controle da bexiga estão aptas a controlar outros tipos de impulsos”, diz Tuk.
E você? Quando toma as suas decisões mais importantes?

terça-feira, 22 de maio de 2012

Como Funciona a Força de Vontade?


Começar ou terminar tarefas ou compromissos pode ser extremamente difícil para algumas pessoas. É que a força de vontade é um recurso limitado. Mas se você conhecer melhor o assunto, poderá melhorar sua performance em vários aspectos.


Se a leitora é dessas que tem problemas com sua força de vontade e vive se decepcionando por não atingir metas e objetivos pessoais - como perder peso, parar de fumar ou economizar um pouco mais - então tenho uma boa e uma má notícia.

CarrotsandSticks
A má notícia é que a força de vontade é um recurso limitado, como quase tudo na vida. Em termos de atingir objetivos, isso significa uma capacidade finita de manter o foco, como explica Ian Ayres, professor de Direito de Yale e autor de Carrots and Sticks: Unlock the Power of Incentives to Get Things Done, lançado em setembro do ano passado.


Em termos práticos, quando você se concentra muito em um plano, acaba deixando outro de lado - ou mesmo usando-o para compensar o primeiro.

Na tentativa de largar um vício, muita gente acaba trocando-o por outro. Estudos mostram que entre 20% e 30% de pacientes submetidos à cirurgia bariátrica acabam adquirindo outras compulsões para substituir seu antigo apego à comida, como fumar, beber, jogar ou até mesmo comprar.

Quando nos comprometemos a deixar um mau hábito, é preciso avaliar as possíveis consequências que o sucesso podem acarretar. Como a velha piada do sujeito que começou a tricotar para parar de fumar e, logo depois, precisou voltar a fumar para parar de tricotar.

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De fato, há uma explicação para a abstinência nos enfraquecer. O professor Roy Baumeister, da Universidade da Flórida, demonstrou esta correlação num curioso experimento: alunos deveriam resolver um quebra-cabeças enquanto resistiam a um prato de determinada iguaria.

A primeira maldade do experimento era que um grupo não poderia comer hipnotizantes cookiesrecém-saídos do forno, enquanto que o outro deveria evitar apetitosos... rabanetes! A segunda maldade era que o puzzle não tinha solução e, portanto, o objetivo real do experimento era descobrir quem desistia mais cedo.

Rabanetes
Rabanetes? Hummmm... que delícia!

Pois bem, resistir a cookies era demais para as cabecinhas do respectivo grupo e, em média, elas aguentavam apenas metade do tempo do outro grupo - o dos inigualáveis rabanetes.

Noutro estudo, o mesmo Baumeister testou outras emoções das suas cobaias, digo, voluntários. Divididos em dois grupos, eles deveriam assistir um trecho de Robin Williams em “Uma babá quase perfeita” e outro de Deborah Winger dando adeus a seus filhos em “Laços de Ternura”.

Ao primeiro grupo, porém, era pedido que controlasse suas emoções, ou seja, que não rissem com Williams e não chorassem com Winger. Já o segundo grupo poderia extravasar.

Depois disso, ambos os grupos deveriam resolver anagramas1. O grupo dos psicopatas sem-emoções resolveu uma média de 4,9 problemas, enquanto que os chorões-risonhos atingiram 7,3. Sua conclusão sugeria que pessoas que lutam para controlar determinados sentimentos esgotam a energia necessária para outras tarefas.

gran finale da obra de Baumeister veio na comprovação de sua teoria de que focar a atenção num determinado ponto reduzia os níveis de açúcar no sangue que, por sua vez, causava a piora na performance.

Neste engenhoso experimento, dois grupos assistiam um vídeo onde palavras aleatórias apareciam na tela de vez em quando. O primeiro deveria prestar atenção nos termos, enquanto que o segundo deveria ignorá-los. Com efeito, os que prestaram atenção tiveram uma redução de 6% na taxa de açúcar no sangue, ao passo que o outro grupo permaneceu inalterado.

Ao serem postos para resolver o famoso teste de Stroop2, o primeiro grupo tinha muito mais dificuldade do que o segundo. A cereja do bolo veio quando na variação seguinte Baumeiter deu uma açucarada limonada ao primeiro grupo que, assim, igualou os resultados do segundo nos testes posteriores.

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E qual a boa notícia? Bem, a boa notícia é que vou escrever a outra parte desse texto. Onde contarei como dar uma ajudinha à sua força de vontade. E não, não é para você ficar tomando limonada com muito açúcar. Tenho mais do que isso a sugerir... Até lá!

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1. Descobrir a palavra ou frase oculta num emaranhado de letras, como em RAONOSTSOEPVIA.

2. Dizer qual a cor da letra de determinada palavra, sendo que a palavra é o nome de uma cor diferente. Por exemplo: VERDE.

VISITEM O SEU BLOG: www.naopossoevitar.com.br
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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Líderes Nascem Líderes? Mito!

Há quem acredite que empreendedores nascem empreendedores. Que líderes nascem líderes. Mas basta uma reflexão mais detalhada sobre esta questão para perceber que "como somos" é muito mais importante que aquilo que trazemos em nossos cromossomos!

Você, com certeza, já ouviu alguém dizer "aquele homem é um líder nato". Se você acreditava nisto, lamento desapontá-lo, mas isto é um mito. Entenda como preferir, lenda, folclore... O fato é que isto não é real. Líderes não nascem líderes. Empreendedores não nascem empreendedores.

Claro, que as evidências científicas de que dispomos demonstram que todas as nossas características físicas e, de certo modo, até psicológicas recebem forte influência de nossos genes.

O equívoco está em generalizar uma "forte influência" para "influência determinante" em todos os casos. O fato de algo ocorrer mais facilmente ou somente na presença de um determinado gene, não garante que sua presença determinará a ocorrência, especialmente nas questões comportamentais.

Nossas predisposições (sejam genéticas, emocionais ou de outra ordem) facilitam ou dificultam determinadas conquistas, mas concluir que são determinantes seria ilógico.

Liderança é uma competência e como tal pode ser desenvolvida. O mesmo acontece com o comportamento empreendedor. Alguns terão mais facilidade; outros, menos, mas a princípio não há excluídos a não ser os que, por si mesmos, se excluem.

Assim como nada garante que uma pessoa com incrível predisposição para música será um músico de sucesso, o mesmo ocorre com o empreendedorismo.

Há um grupo especial de pessoas, que com ou sem predisposição, agem com garra, dedicação buscam incessantemente o conhecimento. Aqui encontraremos sempre resultados acima da média. Estes são os vencedores.

Deixe de desculpas e procure desenvolver as competências necessárias para alcançar seus objetivos. Tome esta atitude!

Por Carlos Hilsdorf - economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, e do sucesso 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira. Referência nacional em desenvolvimento humano.

Por Carlos Hilsdorf  –  Twitter: @carloshilsdorf

segunda-feira, 5 de março de 2012

7 Dicas Para Abrir Uma Empresa Com Pouco Dinheiro


Olá amigos!
Quem nunca pensou em ter um negócio próprio? Ser dono do próprio nariz e usufruir do prazer de trabalhar por conta própria? Existe uma pesquisa realizada pelo Sebrae de 2008 aponta que no Brasil 8 em cada 10 brasileiros sonham em ter seu negócio próprio. E esse sonho é tão forte quanto o casa própria e o carro, já que que esses são sonhos que podem se tornar reais com o início de um negócio próprio. Aqui eu posto para vocês um artigo do site papo de empreendedor que dá dicas para quem quer começar um negócio próprio, mas tem poucos recursos.
Aproveitem!
Shutterstock
Quem vai abrir uma empresa usando apenas recursos próprios, sem contar com empréstimos ou investidores, precisa saber muito bem o que fazer com esse dinheiro. Nesse cenário, qualquer erro pode ameaçar não só o caixa mas também os planos de crescimento.
Esse caminho não é nada fácil, alerta o empreendedor Ilya Pozin, fundador da Ciplex, agência digital norte-americana voltada a startups e pequenas empresas. Em um artigo publicado no site da revistaInc, ele indica os sete passos para dar a largada gastando o mínimo possível e minimizar os riscos dessa estratégia.
1. Valide sua ideia
Como você sabe que sua ideia de negócio é boa? Não adianta perguntar a amigos e parentes, pois eles nem sempre terão uma resposta verdadeira. A melhor maneira de validar sua proposta é pedir a opinião de quem não vai ganhar nem perder com sua empresa: potenciais clientes ou empresários mais experientes.
2. Procure um mentor
Não peça conselhos a quem só vai reafirmar suas ideias, e sim a pessoas que o desafiem e façam com que você defenda melhor seus argumentos e decisões. Melhor ainda se for um profissional que atue na mesma área de sua futura empresa. O empreendedor pode até não gostar do que vai ouvir, mas deve levar essas ponderações a sério e continuar escutando os feedbacks.
3. Seja obcecado por clientes
Quem é meu cliente? Onde ele está e como posso chegar até ele? Essas são as primeiras perguntas que o empreendedor precisa responder. Para isso, deve reservar metade de seu tempo – a outra metade deve ser dedicada a criar um produto ou serviço que supere a expectativa das pessoas. Assim, os primeiros clientes serão sua referência, seu estudo de caso e, melhor de tudo, vão gerar mais negócios.
4. Reinvista tudo no negócio
Quando Pozin fundou sua empresa, gastou mais dinheiro do que recebeu – tudo em nome de criar algo que superasse a expectativa dos clientes. “Não ficava com nenhum dinheiro para mim”, recorda. “Quem foca em lucratividade muito cedo acaba desenvolvendo um produto medíocre, e isso não vai gerar novos negócios. Daí, o empresário vai precisar gastar todo o lucro que recebeu para prospectar outras oportunidades.”
5. Otimize a busca de pessoas
Em vez de adotar uma cara estratégia de marketing, busque maneiras mais econômicas de prospectar clientes. Será necessário gastar mais tempo nessa atividade para separar o joio do trigo, mas é melhor do que arriscar comprometer uma grande soma com ações que não se sabe se serão efetivas.
O mesmo se aplica às contratações. Não se apresse para contratar funcionários em tempo integral. Trabalhe com temporários e terceirize algumas funções, desde que os termos de pagamento sejam compatíveis com os prazos para receber dos clientes.
6.  Comece o marketing cedo
Muitos empreendedores iniciantes gastam todo o tempo e o dinheiro na concepção e no lançamento de seu produto, mas, quando chega a hora de anunciar a novidade, se veem sem recursos.
Logo no começo, pesquise meios efetivos e baratos para chegar ao consumidor e reinvista os lucros em marketing – quanto mais, melhor. Vale a pena começar a fazer ações mesmo antes de o produto estar pronto.
7. Encontre um sócio
Começar uma empresa por conta própria é difícil. E é muito pior quando não se dispõe de muito dinheiro. Por isso, encontre um bom sócio que compartilhe de sua paixão pelo produto ou serviço – mas não necessariamente uma pessoa que seja igualzinha a você.

Fonte: Papo de Empreendedor

Com a Geração Y, Diminuem as Diferenças Entre Homens e Mulheres na Liderança

Mulheres e homens agem de maneira diferente quando lideram equipes. Para a consultora da Search Recursos Humanos, Lucila Yanaguita, essa percepção já está ultrapassada e, hoje, os líderes têm seu próprio estilo para liderar, independentemente do gênero. "Essa diferença diminuiu muito", afirma.



Para ela, poucas características podem ser atribuídas aos homens e às mulheres, distintamente. "Os homens tendem a ser mais diretos e não se preocupam tanto com o conforto dos colaboradores ao fazer um feedback, por exemplo", afirma a consultora. "Já as mulheres tentam amenizar as situações, por meio de exemplos, e se preocupam mais com o conforto dos profissionais", avalia.



Mesmo essas características, no entanto, dependem da própria natureza dos gestores, de suas características pessoais.



Uma questão de geração



Para a especialista, as diferenças entre homens e mulheres na liderança não são tão perceptíveis hoje devido à geração. Aqueles que começam a ocupar cargos de chefia pertencem à geração Y - o que impacta na queda das diferenças de estilo, uma vez que tanto homens como mulheres dessa geração atuam no mercado praticamente de igual para igual, com foco nas competências.



"De uma maneira geral, essa geração não tem preocupação com hierarquia e possuem uma tendência de criar um estilo próprio", afirma Lucilia. Líderes de gerações anteriores, na avaliação da consultora, têm características mais marcantes, considerando os gêneros. Segundo ela, os homens das gerações anteriores são mais dominadores frente aos subordinados. E as mulheres mais maternais.




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  As diferenças entre homens e mulheres na liderança não são tão perceptíveis
  hoje devido à geração / (Imagem: iStockPhoto)




Lucila reforça que hoje, embora essas características tenham sido preservadas em menor grau, as diferenças entre homens e mulheres na liderança não são tão marcantes.



Competência

Para a consultora da Search, até a avaliação das equipes sobre a atuação dos seus líderes não leva em consideração o gênero, principalmente quando a liderança está nas mãos de uma mulher. "Os homens aprenderam a respeitar e admirar as mulheres", acredita Lucila.



Mesmo em uma equipe predominantemente formada por mulheres, na qual, na avaliação de Lucila, a competitividade é mais forte, essa diferenciação na liderança não existe mais. "O que o mercado está buscando hoje nos líderes é que eles sejam pessoas que inspirem", afirma. "Não basta mais ter apenas o domínio técnico, mas é preciso, também, saber trabalhar com pessoas". E isso serve para homens e mulheres.


Fonte: Site administradores.com.br

sexta-feira, 2 de março de 2012

Um Dia de Manhã


Olá pessoal!

Essa semana pela manhã caminhando para ir trabalhar vi uma imagem que talvez passe despercebido para a maioria das pessoas, mas não passou por mim, tanto que tentei registrar a imagem. Essa imagem era o nascer do Sol em meio aos prédios ao fundo.


Claro que essa imagem pela manhã, me inspirou e motivou muito, me senti grato e privilegiado não só por estar  vendo aquela imagem que aos olhos de muitos seria simples, mas me fez lembrar de diversas coisas que são simples em nossas vidas e que nem sequer lembramos ou somos gratos. Preferimos reclamar do que agradecer, criticar do que elogiar, fechar a cara ao invés de sorrir.

Não estou dizendo para você ser um bobo alegre e andar por ai sorrindo à toa, mas dedique sua energia para as coisas boas tanto quanto você faz para as ruins, faça isso por algumas semanas e isso se tornará um hábito positivo em sua vida e um belo hábito diga-se de passagem, o mais legal será quando as pessoas ao seu redor notarem essa sua mudança de hábito.

Vamos tentar?


Samuel Ribeiro
Consultor Independente

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O RETORNO


Olá Amigos!

Após alguns longos meses sem escrever, postar ou pesquisar, planejando os novos passos para o blog e para minha carreira profissional decide que mais importante que tudo isso é continuar fazendo o que sempre fiz e evoluir aos poucos.

Isso me serviu de lição para aprender a lidar com uma série fatores como planejamento, ansiedade, procrastinação e etc... Às vezes é melhor mantermos as coisas simples e darmos sequencia ao trabalho do que ficarmos parados planejando e aguardando as coisas melhorarem, sei que parece óbvio, mas mesmo no óbvio erramos, e muito, por isso fica dica... FAÇA!

Ainda que seja pouco...


Samuel Ribeiro
Consultor Independente

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Workshop - Network e Empreendedorismo


Olá amigos! Depois de pouco mais de um mês sem escrever no blog, volto com uma homenagem aos meus novos amigos do projeto Uirapuru, onde tive o prazer de ministrar um workshop sobre Network e Empreendedorismo no dia 30 de agosto.

Foi uma experiência única! Agradeço ao meu amigo Marcello e a  diretora do projeto Daniela, e parabenizo à todos pelo grante interesse no aprendizado naquele dia, e aqui fica minha pergunta.

O que você tem feito para colocar em prática o que aprendeu?






  Abração!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O Que Os Bem-Sucedidos Fazem De Diferente?


Há alguns posts eu tento passar um pouco da dimensão psicológica do empreendedor. A razão é uma percepção particular. Muito humildemente, eu acredito que o sucesso de um empreendedor não depende apenas de um bom produto, um negócio bem montado e aporte de capital. Há um fator humano que pode desequilibrar toda a balança. Mesmo quando o empreendedor já tem um produto desenvolvido e, aparentemente, está bombando no mercado. São os aspectos subjetivos da perseverança, da capacidade de assumir risco, da constante auto-motivação e do aprendizado pelo exemplo de outros.


Venho de família de empreendedores e converso com muitos todos os dias. Já vi guinadas extremas em negócios, tanto para o bem quanto para o mal. Duas coisas garantiram a sobrevivência das empresas durante os momentos críticos de inflexão: a capacidade do empreendedor de assimilar as pancadas (metafóricas, claro) e a habilidade de enxergar novos caminhos. São aspectos que não necessariamente dizem da qualidade do produto, da fatia do mercado ou do capital investido. São exigências comportamentais que interferem diretamente no andamento dos negócios.

É claro que apenas o aspecto pessoal não garante sucesso. É preciso conjugá-lo com todas as premissas clássicas que definem um bom negócio: ter um produto ou serviço pelo qual as pessoas querem pagar; ter bons meios de fazer esse produto chegar ao consumidor e montar uma estrutura eficiente na qual as receitas são maiores que os custos.  Mas negócio nenhum mantém o crescimento se o empreendedor for descontrolado ou não tiver a habilidade de equilibrar vários pratos ao mesmo tempo.

O que, então, garante o sucesso, em termos psicológicos e comportamentais? Há padrões que podem ser percebidos e aprendidos? A resposta é sim, segundo a psicóloga americana Heidi Grant Halvorson, autora do livro Succeed: How We Can Reach Our Goals (Seja bem sucedido: Como Podemos Atingir Nossos Objetivos, numa tradução livre). Em um texto escrito para a Harvard Business Review, ela elenca nove coisas que as pessoas bem-sucedidas fazem diferente do resto. Não são tarefas desumanas. Elas revelam que os bem-sucedidos têm processos para executar suas obrigações e refletem, mesmo que inconscientemente, sobre sua condição e como melhorá-la para ter mais eficiência. Leia a lista e confronte-se. O que você faz diferente?

Seja específico. Ao impor metas, seja o mais específico possível. A precisão dá uma medida clara do que é o sucesso. Perder cinco quilos é mais preciso que perder algum peso. Saber exatamente o que tem de ser alcançado mantém a motivação. Pense também em ações específicas que vão ajudar na realização das metas. Dormir menos, comer menos, exercitar-se mais – são todas promessas vagas demais. Já definir um horário fixo para se deitar todas as noites não deixa margem para outras possibilidades. Transposto para a vida profissional, o processo de autodisciplina funciona da mesma maneira.

Não desperdice oportunidades. O homem moderno é um ser muito atarefado. Ele pratica uma espécie de malabarismo com as oportunidades. Ele pega uma, trabalha nela um pouco e a joga para o alto. Ao mesmo tempo, ele pega outra oportunidade, trabalha nela um outro tanto e a joga para o alto… Apenas para apanhar a primeira oportunidade. Nós perdemos muitas chances de agir simplesmente porque não notamos que estavam em nossas mãos. Imagine aquele contato comercial que se distancia. Será que realmente você não tem tempo para pegar o telefone e ligar para ele? Atingir os objetivos significa agarrar as oportunidades – as grandes e as pequenas – antes que elas escorram pelos dedos.

Saiba exatamente o quanto falta no caminho. Para atingir metas é preciso um monitoramento honesto e regular do próprio progresso. Se não há ninguém para lhe dar esse feedback, avalie a si mesmo. Se você não souber o quão bem está indo, não conseguirá ajustar suas estratégias corretamente. Confira seu progresso com olhos rigorosos e em bases frequentes – diariamente, dependendo do objetivo.

Seja um otimista realista. Ninguém determina objetivos sem se envolver numa rede de pensamento positivo. Acreditar na capacidade de ser bem-sucedido é fundamental para criar e manter a motivação. Mas nunca subestime as dificuldades de atingir metas. A maioria exige tempo, planejamento, esforço e persistência. Estudos mostram que pensar que as coisas vão fluir facilmente e sem esforço deixa o empreendedor mal preparado para missão, aumentando as chances de fracasso.

Concentre-se em melhorar, não em ser bom. É importante a pessoa acreditar que tem a habilidade para atingir as metas, mas também importa muito que ela confie que é possível aprender a habilidade. A maioria das pessoas acredita que a inteligência, a personalidade e as aptidões são coisas fixas, que não podem ser melhoradas. O resultado: o foco nas metas se direciona a provar a própria capacidade, em vez de desenvolver e adquirir novas competências. Ainda bem que caiu por terra a percepção de que as habilidades nos são determinadas por natureza e imutáveis (confira meu post anterior). Aceitar o fato de que é possível mudar e melhorar ajuda a fazermos escolhas melhores e atingir pleno potencial. “Pessoas cujas metas sejam melhorar, em vez de ser bom, tomam a dificuldade como estímulo e apreciam a jornada tanto quanto o destino”, diz Heidi.

Seja firme. É a vontade de se comprometer com objetivos de longo prazo e persistir diante de dificuldades que distingue os bem-sucedidos. Pessoas firmes geralmente aproveitam melhor a educação que receberam e expressam isso em resultados. A boa notícia é que, se você nunca foi um dos mais esforçados, existem maneiras de melhorar a situação. Pessoas sem essa “pegada” geralmente pensam que não têm as qualidades intrínsecas dos bem-sucedidos. “Está errado”, diz Heidi. Como já foi dito, esforço, planejamento, persistência e boas estratégias são as chaves para o sucesso. Abraçar essa percepção não irá apenas ajudar a enxergar as metas mais nitidamente, como a ganhar a firmeza necessária.

Malhe sua força de vontade. Seus músculos de autocontrole são como qualquer outro músculo em seu corpo – quando não é exercitado, fica flácido com o tempo. Mas quando é usado, cresce forte e mais adequado para ajudá-lo a atingir os objetivos. Para tonificar a força de vontade, tome desafios que exijam coisas que você prefira não fazer. Sempre que uma tarefa não lhe parecer atraente, ou exija muito esforço, faça.

Não jogue com as tentações. Não importa quão sólida se tornou sua força de vontade. É importante manter em perspectiva de que ela é limitada e, se você se sobrecarregar, vai acabar sem energia. Não tente tomar duas tarefas desafiadoras ao mesmo tempo. É possível parar de fumar e entrar em dieta ao mesmo tempo? E não se coloque em apuros que não podem ser remediados, em situações cheias de tentações. “Pessoas de sucesso sabem como não tornar as metas mais difíceis do que já são”, diz Heidi.

Foco no que vai fazer, não no que não vai fazer. Você quer perder peso, parar de fumar  ou domar seu temperamento? Então planeje como substituir seus hábitos ruins por outros bons. É bem melhor que ficar refletindo apenas sobre suas falhas, seus erros. Tentar evitar um pensamento só faz com que ele fique ainda mais ativo na mente. O mesmo é verdadeiro quando falamos de comportamento. Ao tentar não fazer algo ruim, o hábito se fortalece. Se você quer mudar seu jeito de ser, pergunte a si mesmo: em vez disso, o que posso fazer?

Fonte: www.papodeempreendedor.com.br

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Acredite


Se você acredita como eu que o desenvolvimento de relacionamento, é uma forma muito poderosa para construir um negócio, você pode facilmente atrair as pessoas a você por ser um recurso para eles. Saiba tudo o que puder sobre eles e procure maneiras para ajudá-los sem tentar vender seus produtos ou introduzir o seu negócio para eles. . . até que te perguntem.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O Que Um Líder 5 Estrelas Deve Saber

Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias precisamos mudar a forma de pensar a liderança. As competências aplicáveis nos últimos 50 anos não são mais tão úteis na nova sociedade do serviço, do cliente, do relacionamento móvel e do mundo volátil em que vivemos. Parecem desmoronar as verdades sobre a motivação, a lealdade, o comprometimento e – a liderança! A escassez de líderes competentes é um fato.

No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes. No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem junto a seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes.

O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de "líderes cinco-estrelas". Ao longo de minha carreira tenho tido a oportunidade de conviver com vários deles. São líderes – homens e mulheres, alguns bastante jovens – diferenciados, notáveis, mesmo aqueles que são anônimos por não ocuparem cargos nem posição social de destaque. Mas exercem a liderança de forma competente. Temos o que aprender com eles. Quais são seus segredos?

Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos a serem cumpridos. Indicam o "porto de chegada" e as escalas intermediárias na " viagem" da sua equipe, família, grupo comunitário. E deixam claro que o importante não é inventar o futuro, em vez de perder tempo tentando adivinhá-lo. Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam. Estimulam os outros no sentimento de que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas.

Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder diferenciado não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que seguem fielmente o rumo traçado e são recompensadas pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada. Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um. Formam, assim, outros líderes. E fazem isso porque já perceberam que as empresas, hoje, necessitam de uma quantidade muito maior de líderes.

Lideram 360 graus, em vez de 90 graus. O líder diferenciado atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado "de dentro" numa família, empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também "fora", para cima e para os lados. Na empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam a qualidade e o custo requeridos para aumentar a competitividade de seu negócio. Precisa influenciar as associações no setor em que atua. Algumas vezes tem que articular com líderes comunitários para que a empresa exerça uma eficaz cidadania corporativa. O líder 360 graus consegue liderar também para "cima". Numa empresa, significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas – enfim, todos aqueles que, na escala de poder, ocupam posição hierárquica superior. Isso requer coragem, ousadia, iniciativa, criatividade.

Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados que conseguir transformar em realidade. Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor. E dá o melhor de si. Não espera acontecer. 

Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência e não deixa as coisas para amanhã. Incentiva parcerias, apóia iniciativas. Prioriza o que a equipe precisa, não apenas o que desejam seus integrantes. Consegue o grau de compromisso e disciplina necessário para realizar sonhos definidos em conjunto, não apenas satisfações imediatistas. Celebra os sucessos e as pequenas vitórias. Distribui parte dos resultados gerados, em retribuição à comunidade.

Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a "cola" que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo. O líder diferenciado compreende que o critério do sucesso não é apenas o resultado, mas também a forma como o resultado é obtido. Constrói um código de conduta com os integrantes dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados.

Constrói uma cultura aceita e compromissada. O líder cinco-estrelas cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros. Encara o empreendedorismo como um estado de espírito, não como sinônimo de pessoa jurídica. Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos.

Se esses "segredos" não passarem por suficientes, resta adicionar duas outras atitudes que distinguem ainda mais esses "líderes cinco-estrelas".

A primeira delas é que esses líderes aprenderam a ser líderes 24 horas por dia, ou seja, em todas as dimensões da vida. Exercem a liderança de forma coerente no escritório, em casa, na escola, na comunidade. Entendem que a liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Por que salientar essa atitude? Porque, infelizmente, a maioria exerce o papel de líder apenas quando está no seu ambiente formal e se comporta de modo completamente diferente – às vezes até antagônico – em outras circunstancias da vida. São "líderes meia-boca" que defendem certos valores quando estão com o crachá das suas organizações, mas que têm outras atitudes quando estão em casa ou em diversas situações do cotidiano.

A segunda atitude é que esses líderes, antes de pretender liderar os outros, aprenderam a liderar a si mesmos. Essa é uma das competências mais fundamentais dos chamados líderes cinco-estrelas. Sabem que, ao liderar, desafiam as pessoas a mudarem seus hábitos cotidianos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar – enfim, a modificar a forma de encarar suas vidas.

Esses líderes verdadeiros entendem que a mudança começa dentro de cada um de nós. Mas esses sabem que o líder, quando deseja mudar algo, deve começar a mudança em si. Sabem que liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Isso exige elevada dose de autoconhecimento.
E você, leitor? Quais desses pontos você já pratica e não constituem segredos para você? Quais os que você precisa praticar mais para ser também chamado um "líder cinco-estrelas"?

Temos de evitar atuar no novo jogo da liderança usando aquela velha forma de pensar que nos conduz sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o padrão da liderança se de fato desejamos criar famílias bem mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
Faça seu comentário!

César Souza (cesarsouza@empreende.net) é presidente da Empreenda, palestrante e autor dos bestsellers VOCE É O LIDER DA SUA VIDA (Sextante, 2009) e de CARTAS A UM JOVEM LÍDER (Campus, 2010).
www.blogdolider.com.br - www.blogdocesar.com.br - twitter.com/cesar_souza

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

5 Dicas Para Usar a Inteligência Emocional

O conceito de Inteligência Emocional é recente, embora há muito tempo os estudiosos do comportamento humano já se debruçam neste tema.

O fato é que as empresas cada vez mais estão atentas as pessoas que conseguem realizar suas atividades com maior poder de criar relações positivas e duradouras com seus pares, clientes e fornecedores.

Mas como aplicar a inteligência emocional de forma simples e direta? Veja abaixo cinco dicas para usar sua inteligência emocional e se destacar no trabalho e na vida pessoal.

1. AUTO-CONHECIMENTO - o começo de tudo é fazer uma auto-análise de suas emoções. Quais situações do dia-a-dia fazem você sentir medo, raiva, alegria, motivação, frustração, estresse, satisfação, contentamento, realização e outros sentimentos. Faça uma lista destes sentimentos e coloque ao lado as situações mais comuns em que eles aparecem.

2. AUTO-CONTROLE - com esta lista inicial nas mãos está na hora de lidar com eles de forma mais racional. Pensar antes de agir. Administrar ou controlar estas emoções. Usar com inteligência as emoções. Perceber o progresso e fazer os ajustes necessários.

3. AUTO-MOTIVAÇÃO - buscar os motivos que fazem com que você mantenha a positividade e o foco no futuro sustentável. O que motiva você para a vida? Manter o entusiasmo em tudo o que faz. Ser uma referência para os demais no que diz respeito a superação e atingimento de metas.

4. EMPATIA - saber se colocar no outro para buscar o entendimento das emoções alheias em vez do julgamento precipitado. Interpretar as emoções e saber apoiar os demais quando necessário.

5. NETWORKING - criar e manter uma sólida rede de contatos virtuais e, principalmente, reais. As mídias sociais facilitam os contatos, mas nada substitui o contato direto. Por isso, é importante agir no sentido de manter as relações pessoais e profissionais com contatos periódicos.

Como você utiliza sua inteligência emocional?

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O Que Faz Com Que Alguém Ganhe 1 Milhão Por Ano?

Olá amigos leitores, encontrei e acompanho há algum tempo o blog do jornalista americano Jhon Milton Fogg, a história do senhor Fogg é muito interessante, ele como boa parte das pessoas era um cético com relação ao Network Marketing, mas depois de tantas evidências, depoimentos e muita insistência de seu repórter investigativo Richard Poe, ele começou analisar e ver o negócio de uma outra forma, hoje o senhor Fogg é um dos maiores entusiastas dessa carreira empreendedora.

Aqui está um artigo extraído do seu blog contando a história de Linda Proctor, esposa do Professor Bob Proctor, que tornou-se conhecido por sua participação no documentário filme "O Segredo".

Linda Proctor era muito cética sobre Marketing de Rede como uma carreira, mas seu marido, Bob disse: "Antes de desconsiderar totalmente a idéia, sugiro que você converse com algumas pessoas que tiveram sucesso em Marketing de Rede e então tome a sua decisão." Linda concordou e Bob apresentou a algumas pessoas que estavam ganhando o dinheiro que ela queria ganhar. 


"Quando cheguei na frente deles, eu percebi o quanto eu estava errada sobre esta indústria", disse Linda. "As pessoas que estavam ganhando os rendimentos maiores fizeram-no de uma forma diferente.

Fiquei muito animada porque eu percebi que era algo que estava de acordo com o que eu queria fazer e com o meu propósito de vida."Que é liderar as pessoas e ensiná-los a se tornarem empreendedores, obtendo recompensá com o tempo e  independência financeira. Linda se saiu muito bem. Ela ganhou seis dígitos em seu primeiro ano. Em seu segundo ano foi para um quarto de milhão. No seu terceiro ano, foi mais de meio milhão.

Linda ganhou milhões de dólares em seus 12 anos com essa empresa. No início, Linda perguntou as pessoas que se tornaram seus mentores upline, "O que fazer para ganhar 100.000 dólares por ano?" Eles disseram, "Ajude seis pessoas a ganhar US$ 2.000 por mês."

Linda então perguntou: "O que fazer para ganhar 1 milhão de dólares por ano?" E eles disseram: "Ajude seis pessoas a ganhar US$ 100.000 por ano." Linda sabia que seu objetivo era estar ganhando US$ 1 milhão por ano, assim que ela encontrou uma equipe em que cada uma das pessoas queria ganhar US$ 100.000 por ano.

Sua abordagem foi muito direta. Ela dizia: "Se eu pudesse mostrar-lhe como ganhar um adicional de US$ 100.000 por ano fazendo algo que eu acho que você vai achar muito interessante, talvez diferente do que você pense que é, trabalhando com uma equipe muito boa e sólida de pessoas que sabem o que estão fazendo, você se sentaria e tomaria um café comigo?"

Ocasionalmente, alguém iria perguntar: "Quanto você está ganhando?" E Linda diria: "Bem, Eu apenas comecei, mas as pessoas que estão me treinando estão ganhando esse rendimento e se eles podem ganhar, nós também podemos."

Linda tinha uma visão, um objetivo, e ela se concentrou nele como um laser. Ela estava disposta e capaz de não deixar os solavancos na estrada dissuadi-la. Ela foi persistente e pegou grandes mentores para aprender.

Extraído do blog do jornalista Jhon Milton Fogg traduzido por Samuel Ribeiro