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segunda-feira, 30 de julho de 2012

90% dos jovens da geração Y seguem marcas pela internet


Já faz um tempo que a geração Y – jovens nascidos na década de 1980, com afinidades em tecnologia, internet, bem-informados e outros atributos relacionados à nossa contemporaneidade – vem ditando as regras das estratégias de boa parte das empresas. Seja porque esse grupo é uma grande parcela do poder consumidor atual, seja porque muitos dos seus membros são a força motriz dessas companhias.
Outra coisa que não para de surgir de tempos em tempos são pesquisas tentando mapear o que esses jovens hiper-conectados pensam. Algo que foi descoberto com esse interesse em dissecar a geração Y foi que ela é muito ligada a marcas. A L2 Think Tank, organização que fomenta discussões sobre marketing, entrevistou 535 jovens desse grupo, com idade média de 27 anos e descobriu, por exemplo, que 90% dizem seguir alguma marca pela internet. Isso comprova mais ainda o poder de colocar sua empresa nas redes sociais.
Abaixo você confere um vídeo – bem divertido e com uma ótima trilha sonora - que mostra mais alguns dos resultados dessa pesquisa, como as principais marcas desejadas pelos entrevistados, suas séries favoritas, aplicativos mais usados e tudo isso dividido por sexo. Para baixar o resultado completo da pesquisa, clique aqui.

terça-feira, 17 de julho de 2012

É Hora De Se Comunicar


Para um empreendedor atingir o sucesso, é preciso saber, entre outras coisas, gerir equipes, promover o bem-estar entre os funcionários, criar ideias inovadoras, desenvolver projetos competitivos, conhecer a concorrência e se comunicar bem em público. Afinal, a arte da oratória é fundamental para os momentos em que empresários precisam apresentar projetos ou resultados em palestras e reuniões.
Nesses eventos, uma grande dificuldade é fazer com que o público mantenha a concentração no que está sendo exposto. Para que não ocorram problemas, de acordo com especialistas em oratória, é interessante definir uma pauta para essas reuniões ou encontros. Nessa tarefa, é interessante detalhar todos os pontos que devem ser apresentados ao longo do evento e pensar em possíveis dúvidas, para que sejam solucionadas previamente. Essa estratégia permite organizar as ideias a serem apresentadas ao longo do encontro, evitando repetições ou confusões, e facilitará a compreensão do ouvinte.
Para que o público manifeste opiniões e interaja ao longo da apresentação, é importante que o palestrante dê exemplos e cite casos em que o tema explicado acontece na prática. Isso permitirá ao público compreender e apreender o assunto com mais facilidade. A estratégia permitirá aos ouvintes fazer relações e comparações entre o que é explicado e o que acontece em sua empresa.
Além disso, é importante que o empreendedor conheça o seu público. Isso porque o discurso muda de acordo com a plateia. Analisar previamente os ouvintes permitirá a você, empreendedor, preparar o conteúdo da apresentação de acordo com os anseios e necessidades do público alvo.

terça-feira, 3 de abril de 2012

5 Razões Para Abrir Um Negócio

Começar um negócio próprio e ser um empreendedor é o sonho de muitos profissionais, mas assumir os desafios e os riscos dessa decisão é algo delicado e que deve ser analisado com prudência e atenção. Abrir e gerir uma empresa exige uma série de habilidades e conhecimentos. É preciso saber os conceitos de administração, o futuro do mercado em que se pretende investir, o público que deseja atingir e estratégias de marketing, entre outros.

Para ajudar você a tomar essa difícil decisão, a revista Inc fez uma pesquisa com 462 empreendedores e preparou uma lista com razões para você abrir um negócio próprio. Confira algumas delas.

1. Você é capaz de controlar o seu próprio destino
Possuir um negócio faz com que você não trabalhe para os outros. Você terá a responsabilidade de assumir o controle da empresa e tomar as suas próprias decisões. Isso permite que você construa uma cultura empreendedora capaz de fortalecer a marca da empresa.

2. Você define os seus horários
Ter uma empresa própria garante flexibilidade. O dono do negócio tem a possibilidade de determinar o local onde quer montar a unidade, seja em prédios comerciais ou dentro da própria residência. Além disso, determina os horários em que irá trabalhar e quais serão as suas prioridades.

3. Você escolhe os seus funcionários e parceiros
Trabalhar em uma empresa não permite que você escolha quem serão os seus colegas de trabalho. Isso se modifica quando se resolve ser empreendedor. Dentre as demais funções, o administrador do negócio deverá fazer a seleção dos profissionais que irão trabalhar para o crescimento da empresa. É interessante buscar pessoas que tenham os mesmo princípios que você e que tenham afinidade com o setor de atuação do negócio.

4. Você assume os riscos e colhe os frutos
Não há dúvida de que abrir o seu próprio negócio é um investimento de risco. Mas, se a empresa estiver bem estruturada e em um mercado promissor, a iniciativa poderá gerar importantes resultados. Caso isso aconteça, você assumirá os lucros advindos de um bom trabalho. Para atingir o sucesso, procure aprender com os erros cometidos, acompanhar o cotidiano do negócio e criar boas estratégias para superar os momentos de dificuldade.

5. Você aprende a todo instante
Ser funcionário de uma empresa pode significar, em alguns casos, executar o mesmo trabalho todos os dias. Isso não acontece quando se decide abrir o próprio negocio. A todo instante você aprenderá algo novo, conhecerá o funcionamento de todos os setores da empresa e terá que tomar decisões importantes que podem mudar o futuro do empreendimento.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Aprenda a Planejar de 3 Maneiras Diferentes

Saiba a diferença entre planejamento estratégico, tático e operacional e como aplicá-lo em sua vida profissional


Bem que às vezes tentamos, mas não há como escapar: planejar é a melhor maneira de obter resultados concretos e mensuráveis, de forma que se saiba quando e como obtê-los. Mas como devemos começar a planejar, quais as ferramentas e métodos úteis e necessários para dar início às primeiras linhas de um planejamento bem sucedido, seja ele financeiro, pessoal ou profissional?

O primeiro passo é saber que tipo de planejamento você deve aplicar. Segundo o diretor regional da Business Partners Consulting, Carlos Contar, há 3 tipos de planejamento: o estratégico, o tático e o operacional, e cada um difere do outro por apenas um fator: tempo.

"O estratégico ocupa-se das grandes questões e requer visão de futuro, pois cuida do que se deseja que aconteça nos próximos anos. O tático interpreta as decisões estratégicas e traça planos concretos a serem aplicados nos próximos meses, ou um ano, no máximo. E o operacional desdobra a tática em ações do cotidiano", explica Contar.

Planejar ou fazer planos?

Apesar de implícita, há uma diferença nos termos. Se você simplesmente almeja algo, seja material ou simbólico, e não dispõe de métodos para atingir os objetivos sonhados, você não está fazendo nada, apenas planos. Mas quando os sonhos e desejos são sucedidos de imediato por ações concretas e direcionadas para realizá-lo, aí sim, há planejamento.

Não que o plano ou sonho não tenha uma importância menor do que o planejamento, na verdade ele é o ponto de partida, embora não represente nada sozinho. Carlos afirma que, para começar a planejar, são necessários dois passos simples:

1. Definição dos objetivos: 'este ano, quero comprar um carro' (sonho, desejo)

2. Traçar as metas necessárias para realizar os desejos: 'para comprar o carro que eu quero, vou economizar R$ 200 por mês da seguinte forma...' (planejamento tático)

Também não adianta ser ganancioso demais e achar que tudo vai ser resolvido com um planejamento. "O importante é traçar metas arrojadas, porém possíveis de se realizar. A preocupação também deve estar ligada ao prazo estipulado por você mesmo. Se você fez ou irá fazer um planejamento, vale ressaltar que é preciso seguir à risca. Suas ações irão refletir no seu futuro", conclui Carlos. 
 
 
Por Eber Freitas

terça-feira, 13 de março de 2012

Mude o Seu Jeito De Pensar

Cogito, ergo sum é uma conclusão do filósofo e matemático francês René Descartes, que significa penso, logo existo. Ele quis dizer que o fato de pensar assegura à mente o fato da própria existência psicológica. Em outras palavras, quando ela se dá conta de que está pensando, pode ter certeza de que existe.

Então lembre-se sempre das palavras de Gandhi, "Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas atitudes. Mantenha suas atitudes positivas porque suas atitudes tornam-se seus hábitos. Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores. Mantenha seus valores positivos porque seus valores tornam-se seus destinos".

Tenho observado que a maioria das pessoas se irrita quando algo não ocorre como planejavam ou gostariam. Às vezes isso acontece, mas a vida não precisa ser assim. Nem sempre as coisas correm como aquilo que pretendíamos, mas ficar mal humorado e tratar os outros como se eles fossem os culpados não é o correto!

Por isso se você ainda espera que algo ou alguém o salve de todos os problemas que criou em sua vida, esqueça, ninguém aparecerá para salvá-lo. O trabalho é seu, todo seu. Esse é o grande aprendizado desta era que se inicia. Cada vez mais vejo as pessoas descarregarem nos outros aquilo que é somente culpa delas.

Isso acontece, pois nossos pensamentos têm papel fundamental na busca da qualidade de vida, diuturnamente, nosso cérebro é bombardeado por pensamentos, positivos e negativos, os quais achamos muitas vezes inofensivos. Até quando dormimos e o corpo está recuperando suas energias, continuamos pensando.

Mas o que fazer com os pensamentos negativos? Muitas pessoas não têm idéia do que fazer com eles, e assim eles permanecem na mente as assombrando. O segredo é substitui-los. Tente sempre substituir imediatamente pensamentos negativos por pensamentos positivos, como o pensamento é criativo, o que quer que acreditemos ser verdade na mente será manifestado ou criado na realidade. Lembre-se tudo começa com um simples pensamento.

Certa vez, Enrico Caruso, o grande tenor, foi assaltado pelo medo do palco. Contou que sua garganta ficou paralisada pelos espasmos causados pelo medo intenso, o qual lhe contraía os músculos da garganta. O suor começou a escorrer copiosamente pelo seu rosto. Estava envergonhado porque em poucos minutos teria de entrar em cena. No entanto, tremia de medo. E pensou: "Vão rir de mim. Não posso cantar". E, então, na presença das outras pessoas que se encontravam nos bastidores, Caruso gritou. "O Pequeno Eu quer estrangular o Grande Eu que há dentro de mim".E acrescentou para o Pequeno Eu: "Afaste-se, pois o Grande Eu quer cantar por meu intermédio", com isso afastou seu medo, estava tudo em sua mente.

Joseph Murphy em seu livro "O Poder do Subconsciente", encontrou uma maneira simples de exemplificar como funciona a mente, consciente e subconsciente. Considere-a como um jardim onde você é o jardineiro que fica plantando sementes (pensamentos) em seu subconsciente o dia inteiro. Na medida em que você semeia em seu subconsciente, terá colheitas em seu corpo, mente consciente e ambiente.

Quais são os seus pensamentos habituais? O que você está semeando em sua mente? Quem planta rosas colhe rosas, quem planta milho colhe milho, quem planta amor colhe amor, quem planta ódio colhe ódio, quem planta fracasso colhe fracasso, enfim seus pensamentos determinam sua atitude. Aprenda a não se prender ao fatalismo, dizendo que tudo é o destino, que não adianta se esforçar. Isto é uma incompreensão das leis do pensamento. Você criou seu próprio destino pelos seus pensamentos e pelas suas ações.

O subconsciente não julga valores, mas procura a impressão que é deixada de agradável ou desagradável. Por exemplo, é mais provável repetirmos uma ação que o cérebro registrou como agradável do que repetir a que foi registrado como desagradável. É como se ficasse na nossa memória que fazer ou agir daquela forma traria um bom resultado, o que nem sempre é verdade, levando em consideração as circunstâncias.

Não estou fazendo apologia ao fato de que simplesmente o pensamento positivo irá resolver todos os seus problemas e lhe garantirá o sucesso, isso seria uma imensa irresponsabilidade. Senão bastaria deitar-se em uma rede e ter pensamentos positivos o dia inteiro que tudo se resolveria como em um passe de mágica. Isso somente acontece em filmes, na vida real, alem do pensamento temos que agir.Mexa-se. O pensamento é o ponto de partida não o de chegada.

Para você alcançar os seus objetivos é necessário ter consciência que o elemento principal é você mesmo, cultive cobranças interiores, elas são necessárias para se poder aprender mais na vida, mas não se torne refém delas. Aprenda a sentir e a valorizar as suas pequenas e grandes conquistas. Não se torne áspero somente porque as coisas não estão saindo como você deseja.Tudo tem seu tempo. Tempo de plantar, tempo de colher, cada semente tem seu tempo de maturação. Voltaire, escritor e filósofo iluminista comparou a vida a um jogo de cartas. Os jogadores recebem um numero "x" de cartas. No entanto, uma vez com aquelas cartas em mão, somente eles é que escolhem como irão jogá-las. São eles que decidem que riscos correr e ações praticar.

Como são tantos os pensamentos que fluem em nossa mente, na maioria das vezes não nos damos conta do quanto somos invadidos por atitudes mentais destrutivas. Basta seguirmos um ínfimo pensamento negativo para desencadearmos uma série de dúvidas e frustrações! Nossos pequenos pensamentos negativos são como um vírus, que rapidamente se multiplica e cresce, contaminando assim nossas atitudes. O pensamento é a causa e a atitude seu efeito direto. Suponha que você se proponha a fazer caminhada todos os dias nas primeiras horas da manhã.

Você, então, pode pensar como é aborrecido acordar cedo, sair da cama com sono e nas possíveis dores que a caminhada lhe proporcionará. Com este tipo de pensamento é muito provável que você nem levante da cama, enfim são auto-sabotadores. Agora, ajudaria muito pensar que durante a caminhada você poderia aproveitar para relaxar e descontrair a mente, que apesar de estar com um pouco de sono você possui muita energia física, que seus músculos vão responder bem aos treinos, que enfim terá uma oportunidade bem mais realista de chegar mais perto do seu objetivo.

Você concorda que esta maneira de pensar é bem mais eficaz do que a primeira?

Este é um exemplo do chamado pensamento positivo. A atitude mental positiva nada mais é do que enxergar o lado bom das coisas. É mudar o seu ponto de vista. Você deve conhecer a historia do vendedor de calçados que foi enviado para a uma cidade distante e retornou justificando que não vendera nada, pois ninguém usava sapatos, já o segundo vendedor voltou eufórico com a oportunidade de vender sapatos para todo mundo naquela cidade, já que o mercado era totalmente inexplorado. A atitude mental positiva é a maior arma que possuímos para vencer medos, cansaços, frustrações, descrenças, mentiras, etc. Ela gera atitudes positivas e atitudes positivas é tudo o que precisamos para alcançar nossas metas.

Pense nisso!


Por Roberto Recinella

quarta-feira, 7 de março de 2012

Marketing Invisível: Alternativa Inteligente ou Falta de Ética?

the-joneses




O filme “Amor por Contrato” (o título original é The Joneses), depois de algumas cenas, fica claro que o tema chave é o marketing invisível. A família perfeita, protagonizada por Demi Moore e David Duchovny, chega a uma nova cidade para morar em uma casa luxuosa, com todos os itens necessários para levar uma vida confortável. Com charme e simpatia de sobra, eles conquistam rapidamente a vizinhança, que começa a desejar tudo que eles promovem, invisivelmente, com o estilo de vida encenado – desde carros e celulares até bebidas e comidas congeladas. A “família perfeita” é formada por vendedores profissionais e foi montada e contratada por uma empresa especializada nesse tipo de serviço.

O marketing invisível é novidade pra mim – mas com certeza já passei por situações em estava presente. Ele existe para substituir formas comuns de publicidade, já que o consumidor sente-se bombardeado por anúncios atirados de todos os lados: nas páginas das revistas, aplicativos de celular, vídeos na internet, páginas de busca… Por isso algumas marcas optam por esse tipo de propaganda – que não parece propaganda de verdade. Além de tudo, o marketing invisível tem um apelo mais humano para promover um certo serviço ou produto: as pessoas costumam confiar em pessoas, mais do que em cenas forçadas ou fotos posadas. Esse tipo de promoção é diferente do merchandising, que é mais explícito e objetivo.

Várias maneiras de marketing invisível são possíveis: uma atriz famosa que é clicada por paparazzi usando chinelos de uma marca famosa; blogueiras influentes na área de moda e beleza que elogiam produtos específicos nos seus sites; ou, na mais extrema e organizada das situações, o caso de empresas que montam situações, “famílias” e um estilo de vida para promover uma série de produtos.

Mas aqui fica a questão, o marketing invisível é ético? Ou uma maneira de enganar o consumidor? Você, empreendedor, o que acha?


Fonte: Papo de empreendedor

segunda-feira, 5 de março de 2012

7 Dicas Para Abrir Uma Empresa Com Pouco Dinheiro


Olá amigos!
Quem nunca pensou em ter um negócio próprio? Ser dono do próprio nariz e usufruir do prazer de trabalhar por conta própria? Existe uma pesquisa realizada pelo Sebrae de 2008 aponta que no Brasil 8 em cada 10 brasileiros sonham em ter seu negócio próprio. E esse sonho é tão forte quanto o casa própria e o carro, já que que esses são sonhos que podem se tornar reais com o início de um negócio próprio. Aqui eu posto para vocês um artigo do site papo de empreendedor que dá dicas para quem quer começar um negócio próprio, mas tem poucos recursos.
Aproveitem!
Shutterstock
Quem vai abrir uma empresa usando apenas recursos próprios, sem contar com empréstimos ou investidores, precisa saber muito bem o que fazer com esse dinheiro. Nesse cenário, qualquer erro pode ameaçar não só o caixa mas também os planos de crescimento.
Esse caminho não é nada fácil, alerta o empreendedor Ilya Pozin, fundador da Ciplex, agência digital norte-americana voltada a startups e pequenas empresas. Em um artigo publicado no site da revistaInc, ele indica os sete passos para dar a largada gastando o mínimo possível e minimizar os riscos dessa estratégia.
1. Valide sua ideia
Como você sabe que sua ideia de negócio é boa? Não adianta perguntar a amigos e parentes, pois eles nem sempre terão uma resposta verdadeira. A melhor maneira de validar sua proposta é pedir a opinião de quem não vai ganhar nem perder com sua empresa: potenciais clientes ou empresários mais experientes.
2. Procure um mentor
Não peça conselhos a quem só vai reafirmar suas ideias, e sim a pessoas que o desafiem e façam com que você defenda melhor seus argumentos e decisões. Melhor ainda se for um profissional que atue na mesma área de sua futura empresa. O empreendedor pode até não gostar do que vai ouvir, mas deve levar essas ponderações a sério e continuar escutando os feedbacks.
3. Seja obcecado por clientes
Quem é meu cliente? Onde ele está e como posso chegar até ele? Essas são as primeiras perguntas que o empreendedor precisa responder. Para isso, deve reservar metade de seu tempo – a outra metade deve ser dedicada a criar um produto ou serviço que supere a expectativa das pessoas. Assim, os primeiros clientes serão sua referência, seu estudo de caso e, melhor de tudo, vão gerar mais negócios.
4. Reinvista tudo no negócio
Quando Pozin fundou sua empresa, gastou mais dinheiro do que recebeu – tudo em nome de criar algo que superasse a expectativa dos clientes. “Não ficava com nenhum dinheiro para mim”, recorda. “Quem foca em lucratividade muito cedo acaba desenvolvendo um produto medíocre, e isso não vai gerar novos negócios. Daí, o empresário vai precisar gastar todo o lucro que recebeu para prospectar outras oportunidades.”
5. Otimize a busca de pessoas
Em vez de adotar uma cara estratégia de marketing, busque maneiras mais econômicas de prospectar clientes. Será necessário gastar mais tempo nessa atividade para separar o joio do trigo, mas é melhor do que arriscar comprometer uma grande soma com ações que não se sabe se serão efetivas.
O mesmo se aplica às contratações. Não se apresse para contratar funcionários em tempo integral. Trabalhe com temporários e terceirize algumas funções, desde que os termos de pagamento sejam compatíveis com os prazos para receber dos clientes.
6.  Comece o marketing cedo
Muitos empreendedores iniciantes gastam todo o tempo e o dinheiro na concepção e no lançamento de seu produto, mas, quando chega a hora de anunciar a novidade, se veem sem recursos.
Logo no começo, pesquise meios efetivos e baratos para chegar ao consumidor e reinvista os lucros em marketing – quanto mais, melhor. Vale a pena começar a fazer ações mesmo antes de o produto estar pronto.
7. Encontre um sócio
Começar uma empresa por conta própria é difícil. E é muito pior quando não se dispõe de muito dinheiro. Por isso, encontre um bom sócio que compartilhe de sua paixão pelo produto ou serviço – mas não necessariamente uma pessoa que seja igualzinha a você.

Fonte: Papo de Empreendedor

quinta-feira, 1 de março de 2012

8 Personalidades Que Foram Rejeitadas Em Algum Momento De Suas Carreiras

Olá amigos!

Aqui está um artigo do site Exame vale à pena conferir.

Jeremy Lin

Jeremy Lin
São Paulo – Nas últimas semanas, Jeremy Lin, jogador do time de basquete americano New York Knicks, ganhou o centro das atenções do público mundial por seu desempenho de tirar o fôlego dentro das quadras. Em cinco jogos, ele fez 134 pontos.
O que impressiona é o fato de que, até agora, o americano de origem taiwanesa tinha um desempenho mediano dentro das quadras. Para se ter uma ideia, ao longo de toda temporada de 2011, Lin jogou por cerca de 50 minutos. Apenas.
Formado em Economia pela Universidade de Harvard, ele foi dispensado por dois times antes de ir para Knicks e não conseguiu bolsa para praticar basquete em uma universidade. Não se sabe ainda se o fenômeno “Linsanity”, como o desempenho de Lin foi apelidado, continuará por muito tempo e se ele se igualará aos grandes gênios do basquete.
O fato é que, como ele, outras personalidades que se provaram geniais em suas áreas de atuação também já foram rejeitadas em algum momento de suas carreiras. Confira a lista:
Albert Einstein
Albert Einstein
O físico e cientista alemão Albert Einstein não falava até os quatro anos e só começou a ler depois dos sete. O gênio já foi expulso da escola e seu professor o descreveu como mentalmente lento e não sociável. E em 1895 não passou nos teste de admissão da Eidgenössische Technische Hochschule (ETH), pois foi reprovado em humanidades.
Subestimado no meio científico, durante sua carreira desenvolveu a teoria da relatividade, conquistou o Prêmio Nobel de física em 1921 e mudou a história da física moderna. Hoje, seu nome é sinônimo de inteligência.
J.K. Rowling
J.K. Rowling em 2011
A autora da série “Harry Potter” era professora e sonhava com a profissão de escritora. O manuscrito de “Harry Potter a Pedra Filosofal” foi recusado por várias editoras até que em 1996, a Editora Bloomsbury decidiu publicar o livro.
Ela foi nomeada pela Rainha Elizabeth como “Officer of the Order of the British Empire”, entrou na lista de bilionários da revista Forbes e, até hoje, colhe os frutos com a saga do bruxo.
Walt Disney
Walt Disney


O produtor cinematográfico norte americano foi o criador de Mickey Mouse e a Disneylândia. No início de sua carreira, ele foi demitido da Kansas City Star Newspaper porque, de acordo com seu editor, ele não tinha imaginação e nem boas ideias.
Sua primeira companhia de animação “Laugh-O-Grams” faliu. Depois, mudou com seu irmão para Califórnia onde foi reconhecido em Hollywood após fazer sucesso com “Alice Comedies”. Hoje, a marca Disney fatura muito dinheiro com brinquedos, filmes e os parques temáticos.

Vincent van Gogh


Vincent van Gogh
O reconhecimento de suas obras veio somente após sua morte. Durante sua vida, ele vendeu apenas uma pintura “O Vinhedo de Vermelho” por uma quantia não muito significativa. Detalhe, o comprador era um amigo.
O pintor pós-impressionista holandês passou fome, viveu em barracos e foi rejeitado pela crítica e artistas da época. Mas, durante o período de dez anos, van Gogh produziu mais de 800 pinturas. Curiosamente, ele chegou a se enveredar pela carreira de pastor como seu pai.
“O Retrato de Dr. Gachet” foi vendido a um colecionador japonês por 82,5 milhões de dólares em 1990.

Os Beatles


Beatles


A banda de rock de Liverpool é um dos grupos mais bem sucedidos da história. John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr influenciaram gerações de pessoas e músicas com suas canções.
Mas o começo da banda também foi marcada por uma rejeição da Decca Records, em que a gravadora disse que os Beatles não teria futuro no show business. Após esse fato, a banda assinou com a produtora EMI e a Beatlemania se alastrou nos Estados Unidos e se tornou a uma das melhores bandas da história.

Michael Jordan


Michael Jordan

Reconhecido como um dos melhores jogadores de basquete de todos os tempos e a estrela do NBA, Michael Jordan teve sua carreira marcada pela habilidade de pontuar nos jogos.
O ex-jogador profissional de basquete já foi dispensado da equipe da escola, Laney High school em Wilmington, Carolina do Norte por sua baixa estatura.
Henry Ford

Henry Ford

O fundador da Ford Motor Company foi o primeiro empresário a aplicar a montagem em série na produção em massa de automóveis na indústria dos Estados Unidos.
Durante sua carreira, sua primeira empresa, a Detroit Automobile Company não obteve sucesso. Sua segunda empresa também faliu e, apesar do fracasso, ele persistiu.

Fonte: Site Exame

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Peça Demissão e Fuja da Jaula


Tenho me dado conta de que a maior parte das organizações nas quais trabalhamos, vivemos, aprendemos, nos socializamos e nos divertimos pode ser comparada aos zoológicos. Só que, nelas, em vez dos bichos, nós, humanos, é que vivemos como as espécies enjauladas. O zôo podia fazer sentido na época em que foi concebido por aristocratas europeus há quase 200 anos. Naqueles tempos, a única possibilidade de ver a imagem do que seria um majestoso leão, por exemplo, era na jaula, ainda que triste e degradado por um cativeiro perpétuo.
Afinal ainda não tinha sido inventada sequer a fotografia. Hoje vivemos em um mundo com abundância de informações visuais. Os documentários da TV e vídeos na internet são corriqueiros. As viagens se tornaram mais acessíveis para apaixonados por ver espécies selvagens no próprio meio ambiente. Operadoras de turismo oferecem pacotes com visitas a Tenho me dado conta de que a maior parte das organizações nas quais trabalhamos, vivemos, aprendemos, nos socializamos e nos divertimos pode ser comparada aos zoológicos. Só que, nelas, em vez dos bichos, nós, humanos, é que vivemos como as espécies enjauladas. O zôo podia fazer sentido na época em que foi concebido por aristocratas europeus há quase 200 anos. Naqueles tempos, a única possibilidade de ver a imagem do que seria um majestoso leão, por exemplo, era na jaula, ainda que triste e degradado por um cativeiro perpétuo.
Afinal ainda não tinha sido inventada sequer a fotografia. Hoje vivemos em um mundo com abundância de informações visuais. Os documentários da TV e vídeos na internet são corriqueiros. As viagens se tornaram mais acessíveis para apaixonados por ver espécies selvagens no próprio meio ambiente. Operadoras de turismo oferecem pacotes com visitas a parques e reservas naturais. O zôo é hoje ilógico. Caminha na direção do museu das instituições e organizações humanas ultrapassadas, como a escravidão, a monarquia e o castelo feudal.
Estamos vivendo uma espécie de grande guerra do novo mundo digital contra o velho mundo pós-industrial. E nessa disputa as organizações antigas devem se reinventar, ou ficarão ultrapassadas como os zoológicos. Uma pesquisa feita por uma das mais famosas empresas de consultoria, a McKinsey, compreendendo as mil maiores empresas americanas nos últimos 40 anos, sugere que, quanto mais antiga uma companhia, menor é sua capacidade competitiva e de desempenho em relação ao mercado. Uma pesquisa similar feita na Coréia do Sul mostra que das cem maiores empresas em 1955 apenas sete ainda estavam na lista de 2004. A realidade das organizações governamentais – do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário – se revela ainda mais desanimadora. A cultura do setor público é a mais refratária ao desafio da mudança e da reinvenção, e isso torna essas organizações um fardo custoso e de resultados frustrantes. Como em um zôo, os funcionários se sentem enjaulados, sem espaço para desenvolver seu potencial criativo e sem liberdade para interagir com os outros.
A partir dos anos 80, várias empresas começaram a dar respostas ao desafio da criação de novos tipos de organização. Dessas experimentações, o melhor exemplo são as empresas da Nova Economia, como Google, Microsoft, Apple, HP e Cisco. Essas empresas compreenderam, de forma pioneira, que uma organização contemporânea da internet tem duas características cruciais: primeiro, deve ser uma rede de pessoas operando como se fosse uma orquestra, e não um organograma burocrático. Além disso, é vital lutar para atrair os melhores talentos do mercado. Esses talentos conectados permitem que a organização faça mais com menos. Com mais qualidade e usando menos recursos físicos e naturais.
Por que seguir se vendendo em troca de estabilidade e segurança em empresas antiquadas?
Independentemente do tamanho, qualquer empresa pode deixar de ser um zôo e virar um grande local de trabalho, mas tem de acertar o passo e inovar na direção correta: pessoas em rede, como uma orquestra, atraindo talentos. Isso é o que sustenta o Great Place to Work Institute, organização internacional que desenvolve pesquisas e certificações sobre as melhores práticas das empresas e publica, com ÉPOCA, o guia As 100 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil. Nós sempre podemos escolher onde colocar nossas energias. Por que seguir se vendendo em troca de estabilidade e segurança em empresas antiquadas? Afinal, gastar a vida nos zôos humanos pode trazer infelicidade e até fazer adoecer. Não procure emprego. Procure perspectivas. Se a organização em que você trabalha não oferece oportunidades de crescimento, peça demissão e fuja da jaula.

POR RICARDO NEVES - RICARDO NEVES é consultor de empresas e escreve quinzenalmente em ÉPOCA. É autor do livro Novo Mundo Digital, volume I da trilogia Renascença Digital. - www.ricardoneves.com.br - rrneves@edglobo.com.br

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Quem Está Mentindo?



Olá pessoal! Sempre ouvimos ou lemos algumas coisas sobre Marketing Multinível, mas afinal quem está mentindo? Nesse vídeo Tim Sales fala um pouco sobre isso, aproveitem.


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Mentes Conquistadas – O Poder Do Marketing Bem Feito

Não existem fórmulas fáceis e poderíamos dizer que marketing é, e continuará sendo, 98% de transpiração e 2% de inspiração

A empresa que entender que o importante é marcar presença nas mentes infantis que são bombardeadas todos os dias e por todos os lados, vai conseguir dar esse "aproach" quando entender que "o primeiro sutiã a gente nunca esquece", assim como as primeiras mensagens ficarão para sempre.

Marcar presença, fixar um conceito, agradar e conquistar mentes e corações, esse é o inferno astral do profissional de marketing, que deve criar modas, distribuir saudades, construir sonhos. Marketing é paixão e também emoção, é banana flambada com sorvete que lambuza os beiços e faz lembrar da infância, da pureza e do prazer.

O marketing deve utilizar o elemento saudade como um composto que grava e busca a lealdade. Deve haver ainda muitos consumidores de Toddy que relembram dos personagens de plástico que vinham dentro do produto, e das muitas crianças que o consumiam rapidamente para comprar novamente o produto e se beneficiar da novidade. Ah! Que saudades!...

Marketing é magia e encantamento. É entrar no inconsciente coletivo e marcar presença sem saber sabendo, sem provocar provocando, sendo sutil e ao mesmo tempo caudaloso como um rio e sabendo a hora certa de penetrar e a hora certa de retirar.

Marketing é guerrear com as armas que se tem. No fundo, marketing é muito mais do que paixão, é questão de percepção. Se os homens de empresa entendessem que a maioria dos problemas depende de percepção, seria muito mais fácil e menos custosa a solução.

Não existem fórmulas fáceis e poderíamos dizer que marketing é, e continuará sendo, 98% de transpiração e 2% de inspiração. Pois essa busca das sutilezas do pensamento e da ação é feita por pessoas que entendem da vida, das aspirações, dos negócios e também da sedução.

Marketing é sedução pura, sutil e também delicada de uma combinação da alma atormentada do diabo com a espiritualidade dos deuses. Marketing é o sonho transformado em realidade. É criar com criatividade e também disparar a adrenalina combatendo os males da vida, fazendo com que os mistérios se tornem cada vez mais enigmáticos e também com que os segredos possam ser aos poucos desvelados. Marketing é sabedoria e também batalhas e noites sem dormir, comendo sanduíches e afinando encontro de afinidades.

O marketing nunca deve esquecer que o melhor produto é aquele que vende muito, porque todos dizem ao próximo algo sobre ele, e que dá lucro. A melhor propaganda é a boca-a-boca que transborda e convence.

O marketing é ter o produto certo para o público incerto, tentando encontrar a busca do sonho com o encontro do sonho. Numa orquestra em que os lados possam funcionar e na qual o maestro seja ele, o consumidor que tem fraquezas, desejos e adora ser quase sempre bem tratado e, por que não, respeitado. Encantar esse cliente é tarefa diária e vital para o homem de marketing.

Podemos dizer, parafraseando Kotler que "o marketing é a tarefa, assumida pelos gerentes, de avaliar necessidades, medir sua extensão e intensidade e determinar se existe oportunidade para lucro".
E quem chegar primeiro na mente dos consumidores tendem a permanercer mais tempo.Marketing é muito simples....


Robson Paniago - Doutor em Ciências Empresariais pela Universidad Del Museo Social Argentino, Coordenador do Curso de Administração do Unisal – Campinas e Professor de graduação de graduação e MBA da FGV. 

terça-feira, 21 de junho de 2011

Infográfico: o que funciona em cada rede social na hora de trabalhar sua marca

No atual labirinto de sites de mídias sociais, você sabe o melhor caminho a ser tomado para trabalhar sua marca? Sabe o que realmente funciona em cada um deles?

Se você trabalha com essas ferramentas, sabe que nem toda estratégia funciona para todas elas. O site de marketing CMO criou um infográfico com os principais sites e listou o que funciona, o que funciona mais ou menos e o que não funciona, para diferentes áreas do marketing. Por exemplo:

Facebook
Comunicação com o consumidor: Funciona! Um portal de comunicação central e aberto, o Facebook é o lugar em que as empresas querem estimular interações. Positivos ou negativos, as corporações podem conseguir feedbacks de seus consumidores depois de transmitir suas mensagens.

Exposição da marca: Funciona! Possuir uma fan page permite que a empresa apareça em outras páginas relevantes de assuntos correlatos.

Gerar tráfego para seu site: Funciona “mais ou menos”! Para muitos sites, o Facebook se tornou uma das principais fontes de tráfego, mesmo que o “potencial viral” dessa rede social seja bem baixo.

Otimização para mecanismos de busca (SEO): Não funciona! Sites de pesquisas como Bing e Google indicam que estão usando algoritmos apontando para o Facebook, mas os links são do tipo “nonfollow”, o que significa que eles não ajudarão para uma melhor colocação dentro das pesquisas dos internautas. O benefício nas buscas é baixo.

Twitter
Comunicação com o consumidor: Funciona! O Twitter é o site de mensagens perfeito para se comunicar com seu cliente. O sistema é rápido e direto, permitindo um monitoramento simples e fácil administração das conversas.

Exposição da marca: Funciona! Não é o que você anda escrevendo no Twitter que expõe sua marca, mas aquilo que você consegue fazer com que os outros escrevam sobre você. Conseguir retweets e interações pode fazer mais pela exposição da marca do que qualquer outra rede social.

Gerar tráfego para seu site: Funciona “mais ou menos”! O exagero de ruído – excesso de mensagens – e spams prejudicaram a habilidade do Twitter de aumentar as visitas para o site da empresa. No entanto, é uma ótima ferramenta para auxiliar a geração de tráfego de outros sites, como Digg e Facebook.

Otimização para mecanismos de busca (SEO): Funciona “mais ou menos”! Assim como o Facebook, o Twitter foi escolhido como componente social dos sites de busca Google e Bing. Infelizmente seus links são do tipo “nofollow”. Muitos esperam, porém, que o componente social se torne mais proeminente com o passar do tempo.

Se você está com seu inglês em dia, pode conferir a lista completa do sites neste link.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Como fazer um networking vencedor?

Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova

 

Vamos imaginar uma cena que acontece com muita gente. Subitamente você recebe uma ligação de um amigo que há muitos anos não fala com você. A conversa começa com algo do tipo "Há quanto tempo! Você sumiuuuuuu...". Bem, você NÃO sumiu – seu endereço, seu telefone e seu e-mail continuam os mesmos. Você continua frequentando os mesmos lugares. Qualquer um que quisesse lhe encontrar, a qualquer momento, saberia onde e como...

Você dá "corda" para o amigo, e ele segue falando. Relembra eventos dos "velhos tempos", pergunta se você ainda mantém contato com os colegas de antigamente... Quando chega o momento adequado, ele dá o "bote". Conta que está com problemas, possivelmente desempregado, e está procurando ajuda. Quem sabe uma indicação para um novo emprego?

Bem, o que vimos aqui é um exemplo de como NÃO fazer networking. Tenho certeza que muitas pessoas que estão lendo isso já se viram na situação descrita. Algumas outras podem ainda ter participado de uma cena parecida, mas na embaraçosa situação do "amigo" que só se lembra dos outros quando precisa de alguma coisa...

Fazer networking não é apenas conhecer pessoas e trocar cartões. Um networking vencedor deve ser cultivado de forma muito cuidadosa. Networking é sobre pessoas e relacionamentos, e é um grande equivoco tratar seu networking como aquela coleção de figurinhas da infância, que fica guardada em alguma caixa empoeirada que você só abre em momentos de "surto nostálgico".

A rigor, não existem regras para se fazer um bom networking, mas se fosse para elencar uma "regra principal" do networking vencedor, diria algo como "faça ANTES de precisar". Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem e a maré está favorável para desenvolver relacionamentos e cultivá-los. Faça o que puder para conhecer pessoas novas e interessantes, que possam representar oportunidades futuras, mas se esforce ainda mais em cultivar o networking que já tem. Mantenha contato com essas pessoas, interesse-se por elas (no sentido de ser "interessado" e não "interesseiro") e faça um grande favor a si mesmo: Jamais coloque-se na situação constrangedora de ser a pessoa que lembra dos "amigos" apenas quando está em dificuldades.

Uma boa dica para pessoas que querem fazer um networking vencedor é começar com um inventário dos contatos, amigos e colegas. Antes de procurar conhecer novas pessoas, é interessante tentar fazer algo com aquilo que já temos à mão. Há quanto tempo você não dá um "alô" para seus contatos? Ligar de vez em quando ou mandar um e-mail (um e-mail pessoal, por favor nada de e-mails coletivos com mensagens "bonitinhas" ou as infames "correntes") é uma medida muito salutar. Geralmente as pessoas costumam gostar quando damos demonstrações de interesse.

Melhor ainda quando não pedimos nada em troca ou insinuamos alguma intenção oculta. Se dermos, periodicamente, uma demonstração de interesse para essas pessoas, certamente será muito mais fácil conseguir algo delas no futuro caso realmente precisemos. Pequenas atitudes como essas fazem com que estejamos presentes na memória de curto prazo das pessoas. Será muito mais fácil sermos lembrados quando elas ficarem sabendo de alguma oportunidade que não interessa para elas, mas elas sabem que seria a oportunidade "da sua vida".

Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova. Frequentar eventos de interesse de profissionais de sua área, cursos ou mesmo eventos sociais absolutamente despretensiosos. Vale tudo. Em qualquer lugar é sempre possível encontrar pessoas interessantes, mas sempre observando a regra de "fazer antes de precisar".

Deixar para fazer sua rede de contatos quando se está "na pior" é contraproducente. Geralmente quem está na posição de querer algo e não poder contribuir com nada em troca acabará ingressando em redes sociais de baixo nível. Comece a fazer sua rede de contatos e, principalmente, a cultivá-la AGORA. Não espere o momento em que vai precisar dela.

André Massaro é consultor de finanças, criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit® e atua como trader independente de derivativos na bolsa de valores. É autor do livro MoneyFit (Editora Matrix).